O Estado autorizou a privatização de 15% do capital social da Zona Económica Especial Luanda-Bengo e a venda de 1,44% da sua participação no Banco Comercial de Angola por via de concurso público, na modalidade de alienação
De acordo com o despacho Presidencial n.º 140/26, datado a 20 de Abril, o Presidente da República autorizou a transformação da Sociedade de Desenvolvimento da Zona Económica Especial Luanda-Bengo para a forma de sociedade comercial anónima de capitais públicos, regida pela Lei das Sociedades Comerciais. Agora, a ZEE passa a denominar- se Sociedade de Desenvolvimento da Zona Económica Especial Luanda-Icolo e Bengo.
João Lourenço autorizou a privatização, por via do procedimento de concurso público, na modalidade de alienação das participações sociais, das acções representativas de 1,44% do capital social do Banco Comercial Angolano. Para as duas medidas, o Chefe de Estado delegou a competência à Ministra das Finanças, para a prática de todos os actos subsequentes.
Quanto à privatização de 15% da ZEE, o Economista e analista de Segurança Económica Daniel Tendo adianta que, diferente de participações residuais, a fatia assume um peso que considera relevante e com potencial. O economista acredita que a decisão vai gerar receitas extraordinárias e criar um impacto expressivo no mercado financeiro. O economista acredita que a decisão vai gerar receitas extraordinárias e criar um impacto expressivo no mercado financeiro.
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