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Empresários destacam Cimeira União Africana – União Europeia oportuna para colheita de experiências sobre investimentos

Jornal OPaís por Jornal OPaís
25 de Novembro, 2025
Em Economia

A 7.ª Cimeira União Africana e União Europeia, que já vai no seu segundo dia de realização, está a servir de grande valia para os empresários que possuem os seus investimentos há muito tempo em Angola. Os diferentes investidores ouvidos por este jornal acham que o encontro entre áfrica e europa é oportuno para criar um ambiente de negócio mais competitivo e atrair novos financiamentos

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A Cimeira África-Europa é de facto uma oportunidade estratégica para fortalecer a cooperação económica e acelerar o desenvolvimento do ecossistema empresarial africano, comentou o presidente honorário da Associação Angolana de Startups e Empreendedorismo Digital (AASED) em Angola, Bartolomeu António.

Segundo o investidor, para países africanos como Angola, a realização do Fórum de Negócios União Africana – União Europeia 2025 é um momento que permite a troca de experiências em vários domínios com a União Europeia, sobretudo as suas políticas de apoio à inovação, financiamento e aceleração de startups, aplicando as boas práticas para criar um ambiente mais competitivo, transparente e atractivo, bem como o acesso a investimentos.

Como representante das startups no país, defende que estas devem estar no centro das discussões do certame, pelo facto de as startups serem o cerne e o principal vector da escalabilidade económica, uma vez que são hoje motor de inovação, emprego e diversificação económica. “Angola precisa aproveitar esta grande oportunidade com a União Europeia para reforçar políticas públicas que visam a facilitar o acesso ao capital em todas as dimensões, desburocratização, protecção ao investimento e estímulo à tecnologia”, explicou o empresário angolano.

Bartolomeu António ainda acrescenta que a forte ligação entre a política e os negócios que Angola está a viver é fundamental para que o país avance para um mercado mais aberto, competitivo e regulado, em que os líderes priorizem meritocracia, transparência e fortalecimento institucional.

Só assim, conforme o líder da AASED, haverá um ambiente empresarial mais saudável, eficiente e capaz de competir globalmente, sendo um caminho certo que Angola, no geral, e África precisam seguir. E o facto de Angola estar a ser o palco do evento e a viver momentos altos da sua conexão diplomática e da sua projeção global, obviamente, salvaguarda o posicionamento estratégico do Executivo no âmbito do seu interesse em elevar o posicionamento de Angola neste cenário, afirmou o também CEO da empresa denominada Tecno Base.

Maior conexão entre empresários nacionais e internacionais Já Cleber Corrêa, empresário do sector imobiliário, frisou que a 7.ª Cimeira União Africana é oportu- na, sendo que está a ser realizada em Luanda, por algumas razões, como a maior divulgação de Angola para o mundo e a demonstra- ção das suas potencialidades, tanto a nível dos países europeus como africanos.

O evento permite uma conexão maior entre empresários de outros países com os empresários nacionais, afirmou o director-geral da Proimóveis, em Angola. Para Cleber Corrêa, é mais uma forma de apresentar a capital angolana ao mundo, sendo possível inserir Angola como grande player africano, onde cada vez mais há desenvolvimento nos minerais, agricultura, indústria, pescas e turismo.

“Assim, cada vez mais o tecido empresarial angolano, nacional ou estrangeiro, toma contacto sobretudo com linhas de créditos internacionais, diminuindo a dependência de créditos oriundos de bancos locais, que já estão sobrecarregados actualmente”, contou. É também uma oportunidade de troca de experiências com práticas empresariais e de gestão governamental em outros países, trazendo assim uma visão mais alargada dos negócios e governação, destacou igualmente o empresário.

Na visão do empresário, Angola está a ser estruturada de forma firme, com projectos que tornarão o país menos dependente de importações e assim passará a ser uma economia que atrairá cada vez mais a atenção e investimentos externos, algo que deve ser explorado. Como caminho do progresso, o empresário aconselha o Executivo a pautar por legislação clara, objectiva e uma justiça que responda rapidamente aos problemas dos investidores.

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