OPaís
Ouça Rádio+
Sáb, 28 Fev 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Clientes bancários angolanos preferem banca digital, revela relatório da McKinsey

Jornal Opais por Jornal Opais
5 de Março, 2018
Em Economia

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

O mercado bancário angolano é classificado como um ‘gigante adormecido’ pelo relatório sobre a banca de retalho africana publicado pela McKinsey, o qual revela que Angola é um dos quatro países do continente em que os clientes preferem a banca digital

Poderão também interessar-lhe...

Porto do Lobito inicia obras de dragagem do cais para receber navios de grande porte

Banco Central Europeu reduz perdas para 1,3 mil milhões de euros em 2025

Trocas comerciais entre China e Países Lusófonos totalizam 225,79 biliões de USD em 2025

O relatório da McKinsey Global Banking, intitulado ‘Roaring to Life: Crescimento e inovação na banca de retalho africana’, a que OPAÍS teve acesso, revela que Angola é um dos quatro países do continente em que os clientes da banca preferem os canais digitais aos canais físicos. De acordo com o estudo, 45% dos clientes bancários angolanos prefere a banca digital, acedida através do telemóvel ou do computador.

É na Nigéria que a percentagem dos que dizem preferir os canais digitais atinge a maior expressão, seguindo-se a África do Sul e Angola. Segundo o relatório da McKinsey 40% dos africanos preferem usar canais digitais para transacções, sensivelmente a mesma percentagem dos que preferem recorrer às agências.

Os mercados bancários africanos estão, refere o relatório, entre os mais interessantes do mundo, apresentando-se o mercado bancário do continente como o segundo com maior crescimento e o segundo mais rentável a nível mundial, sendo considerado um ‘viveiro de inovação’.

Actualmente, quase 300 milhões de africanos encontram-se bancarizados, um número que poderá aumentar para 450 milhões em cinco anos.

O relatório segmenta o mercado africano em quatro tipologias – desde mercados avançados como a África do Sul e o Egipto, a mercados em transição e rápido crescimento, como o Quénia, o Gana e a Costa do Marfim, a gigantes adormecidos como a Argélia, a Nigéria e Angola, e a mercados bancários emergentes, como a República Democrática do Congo e a Etiópia.

O relatório revela ainda não existir ‘trade-off’ (permuta) entre crescimento e rentabilidade, já que os bancos que mais crescem são igualmente os mais rentáveis.

Estes ‘vencedores’ definem-se por empregar uma ou mais de cinco práticas ganhadoras: acertar na localização geográfica e na segmentação adequada, melhorar a eficiência, apostar na digitalização e inovar no risco. A geografia prefigura-se como

um factor importante no negócio, com cerca de 65% da rentabilidade dos bancos africanos (medida pelo ROE, ou seja, rentabilidade dos capitais próprios) e de 94% do crescimento das suas receitas a ser atribuída à localização geográfica.

O relatório destaca que se assiste a um rebalanceamento da receita a nível do continente para o norte, este e oeste de África, com possível perda de relevância relativa da África do Sul.

Os segmentos que mais crescem O relatório aponta igualmente que 70% do crescimento das receitas agregadas irá ocorrer nos segmentos intermédios, definidos como rendimentos entre os USD 6.000 e os USD 36.000 de rendimento anual.

O mercado ‘de massas’ – indivíduos que recebem menos de USD 6.000 por ano – representa 13% do crescimento, mas é o segmento com maior aceleração.

O inquérito conduzido junto de cerca de 2.500 clientes bancários em 6 países africanos apurou que 25% destes escolhem o preço como o factor mais importante na escolha do seu banco. Igualmente importante é a conveniência, também referida por 25% dos clientes.

O serviço é o terceiro factor mais relevante, sendo seleccionado por 12% dos clientes. O estudo aponta ainda grandes oportunidades de ‘cross selling’ (venda cruzada) – enquanto 95% dos africanos possuem produtos de pagamentos, menos de 20% têm produtos de crédito, de seguros, de investimento ou depósitos. Banca mais simples e mais eficiente África possui o segundo rácio mais elevado de custos sobre activos quando comparado com as demais regiões, o qual se situa em 3,6% e apresenta uma trajectória negativa.

Somente as margens significativas têm protegido os bancos africanos de uma queda no rácio que confronta os custos com as receitas, provavelmente o mais utilizado como indicador de eficiência. No entanto, é possível obter ganhos rápidos neste domínio, sendo destacados no relatório oito bancos africanos que melhoraram a sua eficiência nos últimos cinco anos, mediante uma combinação de três alavancas: digitalização ‘ponta a ponta’, melhorias na produtividade das vendas em resultado da utilização de abordagens analíticas avançadas e optimização do ‘middle-office’.

O estudo aprofunda quatro temas da inovação emergente em África: transformações digitais

de ponta a ponta (o Equity Bank é dado como exemplo), parcerias com empresas de telecomunicações (CBA no Quénia ou Diamond Bank na Nigéria, são exemplos referidos), construção de um banco digital (é citado o caso do ALAT na Nigéria), e construção de um ecossistema (domínio em que é referido o Alipay na China). Inovar no risco A banca africana mantém o segundo custo decorrente do risco mais elevado do mundo.

A fraca disponibilidade de dados representa uma boa parte do problema, já que os departamentos de crédito cobrem somente 11% dos africanos, comparativamente a mais de 90% da população em mercados avançados.

No entanto, assiste-se a significativas inovações, como é o caso das parcerias de bancos com empresas de tecnologia, como a Jumo, das parcerias de bancos com empresas de telecomunicações para emitir pequenos empréstimos móveis e ainda da utilização do crédito consignado.

O relatório

O relatório tem por base a experiência dos sócios e parceiros da McKinsey que fornecem serviços a instituições bancárias em todo o continente africano.

A investigação foi realizada através da McKinsey Global Banking Pools, uma base de dados que fornece indicadores sobre o desempenho financeiro de 35 bancos líderes em África, assentando ainda em inquéritos realizados junto de executivos de 20 bancos e instituições financeiras em todo o continente e de 2.500 clientes de bancos em 6 países africanos – Angola, África do Sul, Egipto, Nigéria, Marrocos e Quénia.

Com presença em África há mais de 20 anos, a McKinsey & Company possui escritórios em Angola, na Etiópia, no Quénia, em Marrocos, na Nigéria e na África do Sul. A McKinsey já participou em mais de 1.400 projectos em todo o continente africano.

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Porto do Lobito inicia obras de dragagem do cais para receber navios de grande porte

por Jornal Opais
27 de Fevereiro, 2026

O Porto do Lobito iniciou, esta quinta-feira, as obras de dragagem de manutenção dos cais Norte e Sul, numa intervenção...

Ler maisDetails

Banco Central Europeu reduz perdas para 1,3 mil milhões de euros em 2025

por Jornal OPaís
27 de Fevereiro, 2026

O BCE informou esta Quinta-feira que as perdas de 2025, assim como as de exercícios anteriores, serão compensadas com lucros...

Ler maisDetails

Trocas comerciais entre China e Países Lusófonos totalizam 225,79 biliões de USD em 2025

por Jornal OPaís
27 de Fevereiro, 2026

As trocas comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa, no ano de 2025, foram de 225,79 biliões...

Ler maisDetails

ARSEG cria comissão liquidatária da Global Seguros

por Jornal OPaís
27 de Fevereiro, 2026

Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG) anunciou, em comunicado a que OPAÍS teve acesso, a criação da...

Ler maisDetails

Porto do Lobito inicia obras de dragagem do cais para receber navios de grande porte

27 de Fevereiro, 2026

Angola e Estados Unidos reforçam intercâmbio cultural

27 de Fevereiro, 2026

Ravina corta circulação na Estrada Nacional 160 no Uíge

27 de Fevereiro, 2026

Soltura de cidadão português acusado de abuso sexual diverge procuradores no Lubango

27 de Fevereiro, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.