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AIA na Huíla denuncia existência de ‘dumping’ no sector da panificação

A Associação Industrial de Angola (AIA) denunciou, na província da Huíla, a existência de dumping no sector da panificação, actualmente dominado por estrangeiros, concretamente eritreus, malianos e árabes espalhados quase em todo o território nacional

Jornal Opais por Jornal Opais
11 de Abril, 2024
Em Economia, Manchete

A denúncia foi feita pelo delegado provincial da AIA na Huila, Francisco Chocolate, durante um encontro que o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, manteve com a comunidade empresarial desta província.

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Saindo do encontro, que serviu para os empresários apresentarem as suas principais dificuldades, Francisco Chocolate disse, à imprensa, que para além do dumping que se regista um pouco em todos os sectores económicos, com destaque para a panificação em todo o país, a AIA apresentou igualmente as dificuldades que a classe empresarial não agrícola atravessa no acesso aos financiamentos disponibilizados pelo governo por via dos seus diferentes programas.

A falta de divisas nos bancos comerciais e a morosidade que ainda se regista nos processos de créditos junto do Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) também constaram das preocupações apresentadas. Francisco Chocolate explicou que o ‘dumping’, uma prática económica que consiste na manipulação de preços no mercado a favor de uma minoria de empresários, visa encarecer os custos de produção de muitos bens e serviços.

Na província da Huíla, esta prática, que se regista com principal incidência nas empresas panificadoras, tem vindo a provocar o encerramento de mui-tas empresas do sector e o consequente despedimento massivo de trabalhadores. “Na província da Huíla, 90 por cento das padarias está nas mãos de estrangeiros.

Não esta- mos com essa informação a promover discursos xenófobos, estamos a tratar de uma questão de proteger o tecido empresarial nacional, sobretudo quando se fala de pão, que é um alimento que vai todos os dias à mesa dos cidadãos”, frisou. Disse que não é sensato que a produção deste alimento esteja nas mãos de estrangeiros, atribuindo tal responsabilidade à ANIESA e à AGT por, alegadamente, “não actuarem nestas empresas como deve ser”. “Por esta razão, nós temos na província da Huíla muitas industrias panificadoras a encerrarem.

Só desde Janeiro até à data tivemos 12 padarias associadas à AIA que declaram falência e a continuar assim vamos ter a produção de pão toda nas mãos de estrangeiros, o que não é bom, porque não sabemos que produtos eles usam para o fabrico do pão”, revelou.

Relativamente aos programas de incentivos a actividade económica desenvolvidos pelo Governo, por via do Banco de Desenvolvimento de Angola, Francisco Chocolate informou que ainda existe muita burocracia, o que tem causado vários constrangimentos aos empresários, em função da permanente depreciação do Kwanza em relação ao dólar.

“Tem havido um desfasamento entre o tempo de solicitação de um financiamento e o tempo de carregamento nas contas. Temos empresários que solicitaram ao BDA um financiamento há mais de dois ou três anos e quando este dinheiro for disponibilizado aos solicitantes, obviamente encontrará uma desvalorização da moenda nacional. Isso faz com que o empresário não tenha muito espaço de manobra”, detalhou.

Por outro lado, Francisco Chocolate afirmou que a organização que dirige na província da Huíla congratula-se com o processo de diversificação da economia nacional que está a ser levado a cabo pelo Governo, mas não percebe a razão de se continuar a prestar uma particular atenção ao sector da agricultura em detrimento de outros que também contribuem para a economia nacional.

Para Francisco Chocolate, não se deve olhar apenas para a agricultura como o centro de todas as atenções do Executivo para o qual se deve canalizar todas as políticas viradas para o apoio ao sector empresarial privado. “A AIA perguntou ao ministro de Estado para a Coordenação Económica qual é a razão de o governo canalizar os seus financiamentos com principal incidência ao sector da agricultura, quando sabemos que no país existem outros segmentos da actividade económica que podem muito bem contribuir para a robustez da nossa economia”, afirmou.

POR: João Katombela

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