O desporto paralímpico vive sob um contraste chocante entre o orgulho das medalhas conquistadas e a dura realidade de miséria, desamparo e falta de dignidade que a maioria dos seus praticantes enfrenta, tanto no dia-a-dia dos clubes como no abandono após o final das carreiras
Por trás dos discursos triunfalistas e das homenagens oficiais após as grandes conquistas mundiais, esconde-se um sistema desportivo deficitário que condena atletas de alta competição e glórias do passado ao assistencialismo e à dependência de prémios pontuais para garantirem a sobrevivência básica.
Kiameso Pedro e Fernando Lucala












