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Dramaturgo José Mena Abrantes reflecte em obra poética os conflitos na Faixa de Gaza

Augusto Nunes por Augusto Nunes
11 de Agosto, 2025
Em Cultura, Em Cartaz

A obra, recém-lançada em Luanda, sob a égide da Mayamba Editora, tem como sugestivo título “Genocídio em Gaza – Antipoemas Factuais”. Retrata os conflitos armados no Médio Oriente, em particular na Palestina, entre Israel e o grupo pró-independentista Hamas

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Entre reflexões, questionamentos e solidariedade, o escritor e dramaturgo José Mena Abrantes acaba de colocar no universo das letras do país a sua mais recente obra poética, intitulada “Genocídio em Gaza”.

O volume com o prefácio do escritor, ensaísta e jornalista, João Melo, tem a chancela da Mayamba Editora. Reúne 334 páginas e 135 poemas, retratando o conflito armado na Faixa de Gaza, o sofrimento do povo palestino e denuncia, em tom lírico e crítico, a violência e destruição indiscriminada de residências, hospitais, creches, igrejas, cemitérios, lugares de memória, entre outros.

É um apelo à resistência palestina, que luta bravamente não apenas desde 7 de Outubro de 2023, mas desde 1948, contra a ocupação, o terror e o genocídio cometidos pelo regime israelita.

O livro leva o leitor a uma reflexão profunda sobre a condição humana em cenários de guerra intensa. Ao longo das mais de 300 páginas, o autor constrói uma narrativa intensa, por vezes dolorosa, que mistura imagens de destruição e resistência com o foco na esperança.Convidado a comentar a obra, o autor, José Mena Abrantes, referiu que a mesma surge como um grito de protesto e um apelo à consciência colectiva internacional face a um dos maiores crimes contra a humanidade do nosso tempo.

Recordou que, para a sua concretização, foi escrevendo texto por texto e, depois de atingir os 80, procurou o seu amigo, João Melo, autor do prefácio, para saber como é que este publicava os artigos de opinião sobre a Palestina.

O autor sublinhou que foi escrevendo cada vez mais e, por último, voltou a questioná-lo se já podia escrever o prefácio, tendo mais acabado por enviar-lhe os 80 poemas.

Mas, ainda assim, recordou, foi escrevendo, passando dos 95 para os 100, ao que considerou um número razoável para poder publicar. O escritor sublinhou que, mesmo com o livro praticamente pronto, a situação na Palestina agravou-se cada vez mais, em diferença mundial, levando alguns líderes e defensores dos Direitos Humanos a manifestarem-se a favor da paz, dos valores democráticos e preservação da vida.

Face aos últimos acontecimentos, o autor retomou a escrita, em Junho deste ano, a um ritmo acelerado, e assim, em meados do último mês de Julho, e início de Agosto já tinha 200 textos prontos para publicar.

Um “repúdio lírico” ao genocídio em Gaza.

Por sua vez, o autor do prefácio, João Melo, numa breve introdução sobre a referida obra, considerou que os 135 textos deste “Genocídio em Gaza – Antipoemas factuais” são, basicamente, um registo das atrocidades praticadas em Gaza e em outras partes do território palestino pelos soldados e colonos israelitas desde o dia 7 de Outubro de 2023 até praticamente ao dia em que o livro entrou na gráfica, a que poderia chamar-se, por isso, “Diário de um Genocídio”.

O escritor recordou que a profunda motivação deste novo livro de poesia de José Mena Abrantes – a indignação do autor, enquanto cidadão universal, com o genocídio dos palestinos cometido pelo governo de Benjamin Netanyahu – implica, naturalmente, uma dicção própria.

Chama a atenção, desde logo, o caráter aberto da humanidade, através dos meios e redes de comunicação, quer hegemônicos (que as procuram “embelezar”, sem grande sucesso, dado o descaramento criminoso do regime.

De Tel Aviv), quer alternativos, leia-se, resistentes. Percurso do autor.

José Mena Abrantes, membro da União dos Escritores Angolanos, nasceu em Malanje, a 11 de janeiro de 1945, é jornalista, dramaturgo, diretor e escritor de ficção, teatro e poesia angolano.

Licenciado em Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, exerceu a profissão de jornalista desde 1975, com colaboração em vários órgãos de informação angolanos, portugueses, franceses e moçambicanos. Iniciou a actividade teatral em 1967, no Grupo Cénico da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa, tendo participado em maio de 1970, no 1.º Festival Internacional de Teatro Independente (San Sebastián/Espanha) como actor em o “Barbeiro de Sevilha”, sob direcção de Luís de Lima.

Nesse período (1969-1970) seguiu cursos de interpretação e de direcção teatral na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa, sob a direção do argentino Adolfo Gutkin.

Em 1972-1973, fez na Universidade Católica de Leuven – Bélgica, seminários de dramaturgia e direcção teatral orientados pelos teatrólogos franceses Bernard Dort e Denis Bablet.

Em Frankfurt/Main, Alemanha Federal, colaborou com um grupo alemão de teatro de rua, FAUST, e dirigiu o grupo LA BUSCA, de trabalhadores e estudantes espanhóis, com o qual representou a Espanha no 1º Festival Internacional de Teatro Operário, em 1973. Com seu regresso a Angola em 1974, após quatro anos de exílio na Alemanha, passou a incentivar a atividade teatral no país, o que faz até os dias de hoje.

Augusto Nunes

Augusto Nunes

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