A falta de magistrados judiciais em algumas comarcas da província da Huíla tem contribuído para a morosidade processual que ainda se regista nesta parcela do território nacional.
A informação foi avançada, hoje, na cidade do Lubango, pelo vogal do Conselho Superior da Magistratura Judicial e acompanhante da província judiciária da Huíla, António Moisés, à saída do encontro havido entre o juiz conselheiro presidente do Tribunal Supremo e do Conselho Superior da Magistratura Judicial.
De acordo com o magistrado, as comarcas que ainda não dispõem de magistrados judiciais são as de Quilengues, Caconda e Matala, sendo que a capital da província não regista problema semelhante.
“Há exiguidade de magistrados em três comarcas em funcionamento na província da Huíla, nomeadamente, a comarca da Matala, a comarca de Quilengues e a comarca de Caconda. Não temos falta de juízes na comarca do Lubango”, disse.
Por: João Katombela, na Huíla





