O planeamento define objectivos. Os passos a serem dados dependem de programas. Os aspectos subjectivos e objectivos dependem de factores internos e externos. O planeamento pode ser táctico, estratégico e operacional. Em razão disto, define o futuro, divide objectivos gerais e foca-se nas tarefas.
Os passos do dia-a-dia contribuem para a prevenção de riscos. Para que as boas intenções não sejam projectos adiados, as estruturas devem responder às necessidades das comunidades. As acções concretas devem merecer atenção de todos. Não importa o momento e a hora. No entanto, preservar conhecimentos e projectos permite mobilizar cidadãos. Aliás, transforma meios limitados em resultados.
A curto, médio e longo prazo, conclui-se local, municipal e provincialmente. A administração eficiente transforma meios limitados em resultados públicos. Porém, necessita sempre da intervenção ajustada às comunidades.
Dentro de operações técnicas quantificadas, os resultados falam. Nesta ordem, o governador do Namibe, Archer Mangueira, no âmbito da 12.ª edição do Fórum dos Municípios e Cidades de Angola, alertou que as necessidades da população são imediatas. Por isso, o percurso administrativo não pode ser ignorado.





