O ministro das Relações Exteriores, Téte António, afirmou nesta sexta-feira, 17, em Luanda, que Angola conhece profundamente o valor da paz, fruto da sua história e da experiência de um povo que transformou a reconciliação nacional numa base para a reconstrução, o fortalecimento das instituições e o desenvolvimento.
Ao intervir no segundo dia da 3.ª edição da Cimeira da Aliança das Civilizações das Nações Unidas (UNAOC), subordinada ao tema “Um Apelo à Paz, ao Fim das Guerras e ao Respeito pelo Direito Internacional”, o chefe da diplomacia angolana deu as boas-vindas aos participantes e sublinhou que o país acolhe o encontro num momento em que a paz se tornou um imperativo para a comunidade internacional.
Na sua intervenção, Téte António recordou que a experiência angolana de reconciliação continua a orientar a actuação do país nos planos regional e internacional, através da diplomacia preventiva, da mediação, do diálogo político e da resolução pacífica dos conflitos.
O governante destacou, igualmente, que Angola acolheu recentemente o 2.º Fórum Internacional Mulheres, Paz e Democracia, receberá, em Agosto, uma Cimeira Extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da União Africana dedicada ao reforço dos mecanismos de prevenção e resolução de conflitos e organizará, em Outubro, a 4.ª edição da Bienal de Luanda para a Cultura de Paz e Não-Violência.
Dirigindo-se às delegações, representantes de organizações internacionais, instituições académicas, líderes religiosos, organizações da sociedade civil e jovens presentes, o ministro afirmou que todos partilham a convicção de que a paz constitui um alicerce indispensável para a dignidade humana, o desenvolvimento sustentável e a prosperidade partilhada.








