A Federação Angolana de Futebol (FAF) vai divulgar, nesta semana, o desfecho do processo disciplinar que envolve o Ferroviário do Huambo, acusado pelo Futebol Clube de Luanda (FCL) de utilização irregular de atletas, por suposta falsificação de identidade.
O caso remonta à partida da se gunda divisão do Campeonato Nacional, a “Segundona”, disputada no passado dia 2 de Maio, no Estádio da Glória (AFA). A formação do Huambo é acusada de viciar as fichas de jogo para garantir a utilização de jogadores não inscritos na prova.
De acordo com o documento submetido ao Conselho de Disciplina do órgão reitor do futebol nacional, o emblema luandense alega que o adversário recorreu a um esquema de usurpação de identidade, que envolveu a troca de fotografias em passes de atletas devidamente registados.
A denúncia detalha que o atleta que envergou a camisola número 26, conhecido por “Albano”, não possui inscrição vá lida na competição. A sua imagem terá sido suposta mente colada na ficha de Victorino Horácio, de forma a ludibriar a equipa de arbitragem e os delegados ao jogo.
O protesto formal do FC Luanda aponta ainda um segundo caso de irregularidade no mesmo de safio. Trata-se de Adelino Sassamba Pa checo (camisola 18), jogador que pertence aos quadros do Sagrada Esperança da Lunda-Norte, mas que terá actuado sob a identidade de Bruno Simão.








