A Unidade de Informação Financeira (UIF) de Angola está a desenvolver estudos com o objectivo de identificar as possíveis vulnerabilidades e riscos que constituem ameaças de branqueamento de capitais que, de alguma forma, possam perigar o funcionamento do comércio ao longo do Corredor do Lobito
A confirmação foi feita ontem, em Luanda, pelo especialista da UIF, Dirivelto Bastos, no workshop que marca o início de um Estudo sobre a “Exploração Ilegal e os Riscos de Criminalidade Financeira de Minerais Estratégicos no Corredor do Lobito”, com a participação de especialistas da República Democrática do Congo (RDC) e da República da Zâmbia, enquanto utilizadores do mesmo corredor.
O evento, que decorre até amanhã, 20 de Maio, é uma iniciativa da UIF em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e foi financiado pelo governo Americano. Os trabalhos sobre a “Exploração Ilegal e os Riscos de Criminalidade Financeira de Minerais Estratégicos no Corredor do Lobito” vão envolver outras instituições, como o Ministério dos Transportes e dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, sendo que o prazo previsto para conclusão do estudo é de um ano, se não houver constrangimentos.
O Corredor do uma porta de entrada fundamental para ligar os recursos estratégicos aos mercados globais, mas pode também servir de oportunidades de riscos de branqueamento de capitais, segundo a coordenadora do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, Manuela Carneiro.
Leia mais em









