A fraca responsabilização criminal dos caçadores furtivos envolvidos no abate da Palanca Negra Gigante continua a preocupar as entidades ligadas à conservação da biodiver- sidade em Angola
A preocupação foi manifestada na Quarta-feira, durante um workshop promovido pelo Instituto Nacional da Biodiversidade e Áreas de Conservação (INBAC), em parceria com a Fundação Kissama, sobre o estado actual de conservação da espécie e as perspectivas futuras da sua protecção.
O encontro decorreu no Hotel Palmeira, em Talatona, Luanda, e reuniu representantes de instituições públicas, organizações ambientais e programas de conservação dedicados à preservação da espécie, considerada um dos maiores símbolos nacionais de Angola. Entre as iniciativas apresentadas esteve o projecto “Palanca Yetu”, financiado pela União Europeia e ainda em fase de concepção.
O programa visa reforçar a coordenação entre os diferentes actores envolvidos na conservação da espécie, promovendo alinhamentos estratégicos entre entidades financiadoras, instituições públicas e organizações implementadoras. As acções do projecto estão centradas no Parque Nacional da Cangandala e na Reserva Natural Integral do Luando, considerados os principais habitats da Palanca Negra Gigante.
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