Cerca de 56 turmas no município do Viti Vivali, na Huíla, estudam ao ar livre, situação que, segundo a administradora municipal, Eudaliciosa Mbinda, evidencia a carência de complexos escolares e de instituições de ensino secundário do IIº ciclo vocacionadas para a formação técnico-profissional.
De acordo com a gestora, a região sob sua tutela herdou várias escolas do município de Quilengues, porém, das 149 salas de aulas existentes, apenas nove são de construção definitiva, pertencentes às duas escolas construídas na sede municipal, enquanto as restantes funcionam em estruturas improvisadas ou provisórias.
Sublinhou que a região carece não só de infra-estruturas como também de recursos humanos, sobretudo nas povoações de Mambondue, Lucondo-Nopalnga, Icave, Bonga e Mucinja, onde existem mais de 70 bairros.
A administradora afirmou que, durante o seu governo, vai priorizar aos sectores da Educação e da Saúde, que registam um défice enorme de infra-estruturas, meios técnicos e recursos humanos.
No domínio da saúde, segundo a gestora, o município, que conta com uma população estimada em 33 mil e 106 habitantes, dispõem de três centros de saúde e dois postos médicos, com capacidade de internamento de apenas 20 camas. Destacou, também, a necessidade da aquisição de duas ambulâncias para servir de apoio aos casos emergentes.









