Assinala-se hoje, 8 de Maio, o Dia Mundial do Cancro do Ovário. Sobre o assunto, especialistas e vítimas deste cancro apontam o diagnóstico precoce como elemento principal para sair livre desta doença. Não ignorar os sintomas e fazer consultas regulares ao ginecologista
Aos 23 anos, quando procurou uma consulta de rotina de ginecologia, a jovem Rosa Veigas Pedro ouviu dos médicos aquilo que parecia ser um diagnóstico simples: um quisto no ovário. O que ninguém imaginava é que, durante a cirurgia para a sua remoção, seria descoberta uma realidade muito mais dura, no caso, um cancro do ovário.
Hoje, aos 31 anos, Rosa partilha a sua história de luta e superação, numa altura em que o mundo assinala, esta Sexta-feira-feira, 8 de Maio, o Dia Internacional do Cancro do Ovário. Tudo começou em 2018, quando Rosa notou uma elevação na região abdominal. Embora lhe tivesse sido dito inicialmente que se tratava de um quisto normal, as dores constantes começaram a preocupar a jovem e a sua família. Um dos médicos aconselhou então à realização de uma cirurgia para remover a massa.
A mãe decidiu procurar tratamento fora do país e ambas seguiram para a Namíbia. Já naquele país, Rosa foi submetida a vários exames antes da operação. Foi durante o procedimento cirúrgico que os médicos suspeitaram que não se tratava de um simples quisto.
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