Vários automobilistas que circulam em Luanda queixam-se das enchentes e cortes frequentes do produto nos postos de abastecimento de combustíveis. Operadores negam haver escassez, mas admitem haver enchentes e paralisação dos serviços em determinadas circunstâncias
Os automobilistas ouvidos pelo OPAÍS explicam que abastecer, nos últimos dias, tem sido difícil, pois os postos de abastecimento de combustíveis registam falta de combustível, e, quando há gasóleo ou gasolina, o cenário é de enchentes. Afirmam que, em determinadas circunstâncias, a opção tem sido recorrer aos revendedores que, por sua vez, praticam preços mais altos em relação às bombas oficiais de combustíveis.
Alberto, moto-taxista de profissão, abordado por este jornal, contou que tem abastecido a sua motorizada regularmente nas mãos dos revendedores, devido à distância e o atraso que tem verificado nos postos de abastecimentos existentes no município do Kilamba.
O morador do bairro Bita, que se encontrava a trabalhar numa paragem conhecida por Quimbele, denunciou que os revendedores de combustíveis da sua localidade comercializam o litro de gasolina ao preço de 400 a 500 kwanzas, aproveitando a escassez que se regista nas bombas.Por sua vez, Orlando Malesso, que faz o trajecto Bita, centralidade Kilamba e 11 de Novembro, afirmou que, durante algumas semanas, constatou falhas no abastecimento do combustível nas bombas, tendo o facto causado constrangimentos no seu trabalho.
POR: Adelino Kamongua









