Com a finalidade de celebrar o mês dedicado ao Jazz, o público angolano e estrangeiro vibrou, ao longo de quatro dias, ao som das actuações de mais de 50 artistas, entre bandas, duplas, trios, e apresentações individuais de artistas nacionais e internacionais, que marcaram a 4.ª edição do Festival Nacional Angojazz, realizada na Fundação Arte e Cultura e no Palácio de Ferro, de 23 a 26 do corrente mês, em Luanda
Entre os espectadores, estiveram cidadãos angola nos, cubanos, portugueses, norte-americanos, são-tomenses, e outras nacionalidades, a acompanhar um cartaz diversificado, marcado pela fusão entre o jazz e os ritmos tradicionais angolanos, numa celebração da riqueza cultural do país.
Ao longo dos quatro dias, o festival apresentou uma programação que reuniu artistas consagrados, novos talentos e momentos de homenagem a figuras de referência da música nacional, distribuídos por dois palcos distintos, facto que permitiu à plateia viver de perto a diversidade sonora e artística que caracterizou o certame.
No primeiro dia, 23, o festival abriu com a actuação principal da Ango jazz Band acompanhada pelo músico brasileiro Jean Renan, numa apresentação especial de duas horas e meia, que incluiu 14 temas musicais e momentos de intervenção institucional, na Fundação Arte e Cultura.
Na mesma noite, subiram igualmente ao palco a Neljazz Band, a Suljazz, bem como os músicos Benjamin e DeWitt. Um dos momentos mais marcantes da noite de abertura foi a homenagem a Tonito Fortunato (in memória), uma figura incontornável da música angolana.
O tributo reuniu em palco artistas como Elisa, Eldat, Esaú Fortunato, Maya Lis e Ekuikui, numa celebração da contribuição deixada pelo homenageado à música nacional e não só.
No segundo dia, 24, o espectáculo prosseguiu sob o tema “Sassá Tchókwe – Exploração da Cultura Tchókwe”, destacando a riqueza das tradições nacionais através das actuações de Kark Sumba, Nelton Bonga e da Angojazz Band, nova mente acompanhada por Jean Renan e Mariana Martinez.
POR: Musseque Segunda









