Depois de se ter negado a prestar esclarecimentos sobre o seu envolvimento no caso de duplo homicídio, praticado supostamente por uma cidadã de 41 anos de idade, que, de acordo com os seus familiares, terá cometido tais actos depois de ter participado numa vigília na referida instituição, a direcção esclareceu hoje que a cidadã não é membro da denominação religiosa.
A direcção da Igreja Pentecostal Antioquia Igreja de Todas as Nações, localizada no bairro da Tchavola, arredores da cidade do Lubango, esclareceu hoje que a cidadã de 41 anos de idade, que se encontra detida desde o último domingo, acusada de ter supostamente praticado o crime de homicídio na zona do Nanguluve, bairro da Mitcha, apenas participou de uma vigília, que marcou o seu primeiro contacto com a referida instituição.
Akale José, coordenadora dos obreiros da referida igreja, confirmou que a cidadã de 41 anos de idade foi uma das convidadas para a vigília religiosa. Porém, demarca-se de qualquer responsabilidade sobre os actos praticados pela mesma depois de ter participado do evento.
“Essa senhora veio aqui na sexta-feira, mas foi convidada para participar da vigília que tivemos. Ficámos surpreendidos com a informação segundo a qual o que aconteceu com a senhora é porque ela veio daqui. Em nenhum momento a igreja aconselha ou orienta um obreiro ou outro membro a praticar actos como os que a senhora acabou por cometer”, explicou.
Por outro lado, a nossa interlocutora revelou que, na sua igreja, têm havido sessões de oração. Porém, as mesmas não envolvem agressões físicas, como ocorreu com a cidadã de 41 anos de idade, que agrediu a sua mãe, de 65 anos, e o seu neto, de seis anos, que foram enterrados ontem no município do Lubango.
Por: João Katombela, na Huíla









