No Médio Oriente, observa-se instabilidade política e militar há largos dias. Isto tem afectado a economia global. O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas do comércio internacional. Nessa zona marítima, o conflito opõe o Irão e os Estados Unidos da América. Porém, paralisou o tráfego mundial do petróleo e outros produtos com a Europa e o resto do mundo.
Deste modo, as ameaças militares entre os dois países resultaram no bloqueio. Disparou o preço do ‘ouro negro’ e os seus derivados no mercado internacional. Os produtos alimentares também estão a levar por tabela. Assim sendo, os governos estão a criar reservas de bens estratégicos.
Alimentos, combustíveis e outros produtos necessários para se manter a cadeia de produção activa. Prevenir para evitar o pior é o caminho. Por isso, na sessão extraordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros, orientada ontem pelo Presidente da República, João Lourenço, consta um memorando que descreve as implicações da subida do preço do petróleo no mercado internacional.
Como é evidente, repercute sobre as finanças públicas, alimentos, investimentos, transporte, turismo e não só. Para se acautelar, o Executivo accionou medidas preventivas e está atento ao desenrolar dos acontecimentos no Médio Oriente.









