Um total de dois mil e 588 escuteiros estão destacados a nível do Santuário da Muxima, província de Icolo e Bengo, para ajudar a equipa de protocolo e segurança na organização da visita do Santo Padre Leão XIV.
O coordenador diocesano dos escuteiros católicos e responsável da equipa de protocolo e segurança a visita do Santo Papa na Muxima, Samuel Correia Victor, afirmou que tem um efetivo de 2.588 escuteiros destacados para o trabalho que lhes foi confiado.
“Estamos cá já há cerca de cinco dias”, disse.
Referiu que a Muxima é um ponto, independente do turismo religioso, é onde os fiéis aderem com muita fluência. Por conta disso e pela dimensão da actividade, frisou , sentiram na obrigatoriedade de estar no local cinco dias antes da data.
Hoje é o dia em que vão receber a Sua Santidade na Muxima e, com todo o ensaio, toda a estratégia montada, está a ser agora e de facto idealizada, com cinco horas de antecedência.
“Então logo que a Sua Santidade chegar, começamos a acolher com dignidade. Quanto a alguns obstáculos encontrados, referimos, sobretudo, com a falta de colaboração de alguns populares. Há, de facto, algum desgaste físico”, frisou.
O responsável sublinhou ainda que os escuteiros têm que estar também a auxiliar o governo da província e outras entidades na colocação de baias, na arrumação de cadeiras, na orientação e montagem de tendas. Alguns estão também a colaborar nas equipas de saúde.
Uma diversidade de acções têm estado a ser realizada pelos escuteiros, isso, de alguma forma trouxe algum desgaste. Porém, vão gerir as equipas e, por tudo isso, vão também dinamizando.
A nível da logística está assegurado.
De acordo com o chefe SACOV, os escuteiros estão em todos os pontos, desde o cordão, da saída do heliporto até no interior, a saída, nos pontos onde vai acontecer a celebração, nos campismos, para orientação do cuidado, onde vão montar o fogo e a tendas.
“Passando também outras orientações, onde fica o hospital e outros serviços. Todo o processo está a ser feito, temos escuteiros espalhados em muitíssimos pontos”.
Chefe SACOV apelou para que, às pessoas que ainda estão a caminho aderem com o espírito de religião, que sigam de facto o protocolo e obedeçam-no e que ao sair esteja tudo bem salvaguardado, à saída é só seguir a orientação dos escuteiros para que tudo corra como vai começar.









