As vítimas, com idades entre os 34 e os 42 anos, desempenhavam as funções de técnico de manutenção, operador de empilhadora e ajudante. As famílias lamentam a morte dos seus entes e enfrentam dificuldades de várias ordens com esta perda. O SIC garante que a investigação sobre o caso continua aberta
O jovem Felizardo Maurício, que vivia sob o regime de união de facto com Maria Kumbo Dianza, é uma das três vítimas mortais do alegado depósito subterrâneo de óleo de girassol da Fazenda Filomena, no Panguila, província do Bengo. Ele tinha programado oficializar o pedido no dia 2 de Maio próximo.
A sua morte, considerada prematura, deixou a família triste por muitas razões. A família de Felizardo Maurício, uma das três vítimas mortais por consequência de inalação de substâncias tóxicas de um suposto reservatório de óleo da Fazenda Filomena, no município do Panguila, no Bengo, ocorridas na Quintafeira, 2, exigiram da empresa onde trabalhava o malogrado que o seu funeral fosse na terra natal, Tomboco, na província do Zaíre, onde está agendado o enterro para essa Sexta-feira, 10.
“A família conseguiu exigir da direcção da Fazenda Filomena, que esteve aqui a acompanhar o óbito, que o corpo do nosso Felizardo Maurício fosse enterrado no Tomboco, que é a sua terra natal, como manda a nossa tradição. Mas, primeiro, eles tinham de passar com o corpo aqui em casa, onde os presentes deviam ´velar´ o defunto”, disse Janete da Conceição, uma das cunhadas do falecido, tendo adiantado que essa e outras falhas vão impor responsabilização tradicional.
POR: Alberto Bambi









