As instituições do ensino superior públicas (IES) apresentaram, recentemente, no Centro de Ciência de Luanda, o seu relatório de dados, tendo, entre muitas preocupações, destacado a satisfação pela melhoria da participação das mesmas no Inventing the Ranking, em que passaram de dois para sete e outra, a 40 por cento, com novas entradas no Word University Rankings de 2026.
Aliás, foi o que o ministro do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI), Albano Vicente Lopes Pereira, assegurou, quando proferiu o discurso inicial do evento, ressaltando potenciais distorções na pontuação das instituições, um baixo volume de publicações científicas e alguns problemas relacionados à inconsistência de dados.
Em geral, a participação no ranking exige alguns pressupostos, entre os quais a publicação de, pelo menos, até mil artigos, nos últimos cinco anos. Entretanto, tratando-se de uma parceria entre o MESCTI e uma organização internacional ligada ao ensino superior, esse quesito não foi taxativamente levado em consideração. Em termos de dados institucionais, os de desempenho que a instituição deve submeter corresponderam aos dois anos anteriores (2022-2023).
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