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Conflito no Médio Oriente pode servir de oportunidade para Angola aumentar o investimento estrangeiro, adianta especialista

Flavio Cota por Flavio Cota
9 de Março, 2026
Em Economia, Última Hora

Desde as últimas semanas do mês de Fevereiro do ano em curso até à data actual, o mundo tem assistido a fortes tensões do conflito armado entre o Israel, que conta com o apoio dos Estados Unidos da América, contra o Irão

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Esta guerra que se verifica à esta altura no Médio Oriente já desencadeou uma escalada no preço do brent, factor considerado positivo para Angola, segundo a visão de alguns especialistas, que apelam ao Executivo a transformar a situação em uma espécie de oportunidade para que o país “abrace” mais investimentos estrangeiros.

De acordo com a visão do economista Eduardo Gando Manuel, apesar de ser um momento de guerra, nesta fase, seria crucial que o Executivo aproveitasse os ganhos que se tem obtido com o aumento do preço do petróleo, para também aumentar o investimento no sector privado através da concessão de créditos para os empresários.

Por outro lado, acrescentou a fonte, torna-se ainda mais imperioso que se crie mecanismos para a entrada dos investidores estrangeiros que queiram sair dos países em conflito e desembarcar em solo angolano.

”O Executivo deverá criar mecanismos para receber investimento estrangeiro proveniente das empresas sediadas nos países do Médio Oriente, que queiram se deslocar para Angola”, apelou. Segundo o economista, algo que tem sido comum em momentos de conflitos armados é a deslocalização de empresas das zonas afectadas, o que faz com que os empresários sondem áreas com maior segurança para os seus investimentos.

Este conflito vai provocar a deslocalização de empresas e esta é uma oportunidade de Angola aumentar o investimento estrangeiro, através destas empresas”, considerou. Após fazer uma previsão ao nível que poderá atingir o preço do petróleo, caso a guerra no Médio Oriente demore, considerou, igualmente, essencial que o Executivo aproveite o ensejo para reforçar o sector não-petrolífero. ”O preço do barril de petróleo poderá ultrapassar os 100 USD, caso este conflito continuar.

E o Executivo precisa de reforçar o investimento no sector não-petrolífero, para aumentar as exportações para outros países que não sejam do Médio Oriente”, advertiu.

Desvantagens com o conflito

Apesar de Angola estar a beneficiar do aumento do preço do petróleo provocado pela guerra no Irão, a situação também trará algumas desvantagens para o nosso país, sobretudo no que concerne à troca de bens e serviços com os países em guerra.

Em declarações ao OPaís, o economista Eduardo Gando Manuel afirmou que a situação tornará “mais difícil Angola estabelecer o comércio de bens e serviços” com esses países, quer a nível das exportações, quer a nível das importações.

Explicou que, no quadro dos acordos de investimento entre Angola e os países do Médio Oriente, o conflito nesta região pode provocar uma ligeira rotura a estes instrumentos jurídicos.

”Poderão sofrer algumas alterações, pelo facto desses países ficarem focados em defender-se deste conflito”, alertou o especialista, detalhando que “as alterações a que me refiro são essencialmente a nível dos acordos de investimento e de financiamento entre Angola e esses países”.

Disse que os bens afectados poderão ser os produtos agrícolas e minerais, como é o caso do granito, mármore, entre outros, que poderão registar uma queda nas exportações.

Quanto aos serviços, citou os que têm que ver com consultoria através das câmaras de comércio ou com outras associações de Angola e os países em guerra. ”Exportamos produtos minerais.

E pretende-se exportar produtos agrícolas através dos programas de diversificação da economia”, afirmou. O economista realçou que, com esta escalada intensa da guerra no Médio Oriente, haverá mudança de estratégia para o destino das exportações, de modo a atenuar as perdas por causa deste conflito.

Flavio Cota

Flavio Cota

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