O mês de Março é da mulher. Um ser que dá vida. Um ser que merece respeito. O Dia Internacional da Mulher (8), data com raízes no século XX, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), é sempre um momento de reflexão. Nesse período, em várias partes do mundo, as mulheres lutavam por conquistas sociais, políticas e económicas.
Assim sendo, os Estados Unidos da América (EUA), França e Brasil definiram-se como o berço de grandes reivindicações. Nesse processo, a igualdade do género, direito ao trabalho e o fim da violência contra a mulher entraram na pauta de discussões. Um assunto até hoje protegido pelos governos. Apesar das conquistas, os desafios da mulher continuam a preocupar o mundo e as autoridades.
O assédio sexual e outras desigualdades sociais continuam a fazer mossa às gerações vindouras. Deste modo, com acções concretas e conjuntas, mais jornadas devem ser realizadas para se colocar a mulher no pedestal em que ela merece nos dias que correm.
Por conta disto, o empoderamento vai sendo uma realidade em algumas sociedades. Como é evidente, visa reduzir as assimetrias. Eliminar barreiras históricas é a meta. Renovar um compromisso mais justo com o ser que dá a vida, a mulher, é tarefa de todos.








