A Organizaão da Mulher Angolana (OMA), estrutura feminina do MPLA, dá amanhã, Sábado, 28 de Fevereiro, o pontapé de saída ao seu 8.º Congresso Ordinário, um dos mais aguardados encontros internos do movimento político no ano que antecede as eleições gerais de 2027. O evento, que decorre até ao dia 1.º de Março nas instalações do Centro de Conferências de Belas, em Luanda, prevê congregar mais de 2.500 delegadas de todo o país e das comunidades da diáspora, sob o lema “Mulheres angolanas unidas para transformar os desafios em conquistas”
O conclave é o culminar de um longo processo orgânico que envolveu seminários metodológicos, assembleias provinciais, eleições de secretárias executivas e a apreciação de candidaturas ao cargo de secretária-geral — cargo máximo da organização feminina do partido.
O processo preparatório teve início em Maio do ano passado, com a realização de seminários nacionais metodológicos, destinados a uniformizar os procedimentos e capacitar as instâncias de base para os exercícios de balanço e de renovação de mandatos em todo o território nacional.
Em Junho do mesmo ano, o Comité Nacional da OMA aprovou os mapas de distribuição das delegadas, listas de candidaturas e as directrizes que regem a organização do congresso.
As assembleias de Balanço e Renovação de Mandatos foram realizadas nos últimos meses de 2025 nas diversas províncias do país — a exemplos de Luanda, Huambo, Huíla, Lunda-Sul, Moxico e outras — com vista a eleger as secretárias executivas provinciais e discutir o desempenho dos órgãos da OMA à luz do actual programa de acção.
Em Dezembro último, foi aberta a fase de recepção de candidaturas para o cargo de secretária-geral, cujo prazo foi até 15 de Janeiro do presente ano. As candidaturas foram submetidas por militantes com requisitos mínimos de militância e percurso estatutário conforme estipulado nos estatutos.








