A integração regional, sendo um processo em que os países vizinhos criam condições no domínio social, político e económico para atingirem metas conjuntas, rumo ao desenvolvimento, coloca o Corredor do Lobito no pedestal da internacionalização de negócios.
Aliás, é uma linha férrea estruturante. A transportação de mercadorias chegará noutros mercados. Assim sendo, a via liga o Porto do Lobito, em Benguela (Angola), passando pela República Democrática do Congo (RDC) e também pela Zâmbia.
Deste modo, para se atingir o sucesso do projecto é importante uma abordagem coordenada entre os “players” da região. Políticas públicas concretas, harmonização, planeamento e execução articulada andarão de mãos dadas.
Nesta ordem, o impulso de investimentos sustentáveis para o projecto é um facto. Por isso, a reunião inaugural sobre o Corredor do Lobito, acto organizado ontem pelo Executivo angolano e o Banco Mundial (BM), em Luanda, sob orientação do Presidente República, João Lourenço, contará com áreas vitais como logística integrada.
Assim, dentro daquilo que são as plataformas de planeamento estratégico a curto, médio e longo prazo, importa realçar o mecanismo de coordenação (engine room) para mitigar riscos de fragmentação. Porquanto, o Corredor do Lobito, por ser o catalisador rumo à diversificação da economia, vai fortalecer a integração regional.
No encontro, o ministro Planeamento, Victor Hugo Guilherme, reiterou o compromisso de Angola de manter uma abordagem mais integrada baseada na cooperação.









