Com base numa plataforma que representa uma nova etapa rumo à mobilização de verbas para o continente africano, a cidade de Luanda, capital angolana, acolhe este ano a Cimeira Global de Investimento em África (CGIA). Assegurar o desenvolvimento para as gerações vindouras é a meta.
Assim sendo, este paradigma materializa o espírito de reflexão e de governação responsável promovido pelos Emirados Árabes Unidos. É um espaço que corresponde a uma captação colectiva de novos “players”. Reafirma novas formas de atração de investimento. Nesta ordem, líderes e investidores dos quatro cantos do globo estarão no continente berço da humanidade. Aliás, isto se alia a uma visão partilhada.
E nota-se que vai garantir mais sustentabilidade aos programas inerentes à formação do homem, assim como aspectos de natureza técnológica. À luz de novas dinâmicas geopolíticas globais, é importante sublinhar que elas enviam um sinal claro de que África deve promover o seu desenvolvimento com base na disciplina e na qualidade dos investimentos.
À margem da Cimeira Mundial de Governos, que a cidade do Dubai, Emirados Árabes Unidos (EAU), acolheu, o Presidente da República de Angola e líder da União Africana, João Lourenço, adiantou que “o continente detém cerca de 40% das reservas mundiais de minerais, metais e elementos raros”.
Porquanto, o Chefe de Estado angolano referiu ainda que “o gás natural africano pode contribuir para o abastecimento energético mundial, enquanto as florestas e a biodiversidade representam activos estratégicos no quadro do desenvolvimento sustentável”.









