A promoção e o compromisso com os Direitos Humanos, que são garantias fundamentais para todas as pessoas, independentemente da raça, sexo, nacionalidade ou religião, continuam a merecer atenção de todos os actores sociais.
Por isso, o multilateralismo e os princípios da Carta da Organização das Nações Unidas (ONU) vêm consolidar interesses os quais assinalam as liberdades como um bem inalienável.
Assim sendo, os Direitos Humanos não podem ser violados. Um diálogo construtivo entre as forças vivas acaba sempre por criar atalhos para a busca da paz, cuja meta é viver sempre em harmonia.
Nesta ordem, importa lembrar que os Direitos Humanos, em conformidade com vários instrumentos jurídicos, merecem cooperação internacional, a fim de se respeitar a soberania dos Estados.
Em Genebra, Suíça, na 39.ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos, a representante permanente de Angola junto do organismo criado em 1954, Ana Maria de Oliveira, defendeu o compromisso com o multilateralismo para manter a paz e a segurança internacional.
No palco da discussão política, a responsável adiantou que o país continua empenhado num diálogo construtivo com credibilidade e objectivdade. Portanto, assegurar o sistema internacional dos Direitos Humanos é a meta.









