Para fomentar o poder crítico e o desenvolvimento sustentável do capital humano, os programas de bolsas de estudo surgem para dar respostas concretas aos problemas do futuro.
Deste modo, as universidades historicamente negras dos Estados Unidos da América (EUA) em África vão focar-se em áreas-chave como agricultura e outras a fim de se produzir conhecimento.
À luz de programas voltados à ciência e à segurança alimentar, há o desejo de se apoiar esta iniciativa, cuja técnica, a curto, médio e longo prazo, garantirá melhores condições de vida para os africanos. Nesta ordem, Angola, enquanto Estado soberano, faz da agricultura a sua fonte de diversificação da economia.
Neste âmbito, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, que participou num seminário sobre ofertas de bolsas de estudo, em formato virtual, defendeu uma maior parceria com as instituições de ensino dos EUA.
Com o objectivo de promover a diplomacia educativa e a cooperação internacional, empoderar os jovens africanos para o futuro é também uma meta dos governos do continente berço.
Pela experiência acumulada no sector, as universidades historicamente negras das terras do Tio Sam estão abertas a transferir “know-how”, no sentido de colocarem os países africanos na rota do desenvolvimento sustentável em vários domínios da vida agrícola.









