A busca da paz no Leste da República Democrática do Congo (RDC), no conflito que já leva vários anos com os rebeldes do M23, supostamente apoiados pelo Ruanda, para além dos mediadores, vai despertando mais vozes no continente.
Assim sendo, para se implementarem os compromissos e os meios pacíficos, o princípio da boa-fé, regra fundamental do Direito que corresponde à sinceridade e/ou honestidade, deve manter-se célere e firme.
Neste sentido, o calar das armas, a fim de uma melhor circulação de pessoas e bens na região, foi a tónica dominante da União Africana (UA), órgão com sede em Addis Abeba, Etiópia, na Reunião de Alto Nível orientada pelo Chefe de Estado do Togo, Faure Essozimna Gnassimgbé, na cidade de Lomé.
Deste modo, em nome do Estado angolano, uma das partes mediadoras do conflito, a par do processo de Doha, Qatar, e Washington, EUA, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, fez saber na magna sala que “o diálogo inter-congolês e regional é uma das vias para a concretização da paz no Leste da RDC”.
Quanto à busca do bem inalienável naquela zona do continente africano, a paz, importa realçar que ser agente de mudança coloca os interesses da comunidade acima de qualquer prioridade; aliás, a crise humanitária vai ganhando contornos alarmantes no teatro da guerra.
Em relação aos acordos de paz, assinados por Felix Tshisekedi e Paul Kagame nos Estados Unidos da América (EUA) em 2025, continuam a ser violados pela parte ruandesa sem qualquer explicação plausível. O calar das armas na região da SADC vai gerar crescimento e desenvolvimento.









