O multilateralismo, sendo a cooperação entre vários países, tem regras e princípios próprios. Dar resposta aos problemas globais no plano social, político e económico tem sido a meta. Assim sendo, para se alcançarem os objectivos, impõe-se o diálogo.
Basta lembrar que a igualdade, longe do uso da força, é o caminho ideal para o alcance do bem inalienável, a paz. Neste sentido, interesses particulares não podem abalar o sistema internacional. Aliás, tem princípios e regras. Devem ser cumpridas pelos seus membros.
Por conta disto, a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU) não pode sofrer abalos. É ponto assente que a comunidade internacional continua a enfrentar crises. A paz é o caminho certo. A serenidade dos homens deve manter-se sempre em caixa alta.
Deste modo, Angola, enquanto Estado soberano, reitera o compromisso com os princípios da ONU. Os resultados alcançados até hoje, querendo ou não, dependem, sim, da sua colaboração. No entanto, esta posição foi defendida pelo representante permanente de Angola na sede do órgão que tem a missão de promover a paz no mundo, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América (EUA), Francisco da Cruz.









