O governador de Benguela, Manuel Nunes Júnior, sugeriu, nesta Quarta-feira, 13, articulação entre a Refinaria do Lobito (RL), Porto Comercial local e o Caminho-de-Ferro de Benguela para gerar um “poderoso” eixo de desenvolvimento industrial, logístico e comercial, de modo a posicionar-se como um verdadeiro “hub” (pivot) energético regional”. O governante intervinha na sessão de apresentação do projecto ao Presidente da República, João Lourenço, no âmbito da visita de algumas horas ao projecto
O governante frisou que o projecto representa uma transformação profunda e, por conseguinte, oportunidades para a juventude, por terem sido criados 2.700 postos de trabalho, sendo 1.200 ocupados por jovens locais. Dados avançados pela coordenação do projecto apontam para a existência de 74 empresas a prestar serviços ao projecto, 23 das quais pertencentes à província.
Esses indicadores são mais do que suficientes para o governador de Benguela ter afirmado, categórico, que o projecto “representa mais rendimento para as famílias, dinamismo para a economia local e um maior contributo para o crescimento da economia nacional”, sinaliza.
Nunes Júnior frisou que a RL projecta Angola para o contexto regional e internacional. Lembra que Benguela alberga o corredor do Lobito, “uma das mais importantes plataformas logísticas do continente africano”, e a articulação entre as duas empresas de suporte ao corredor do Lobito, nomeadamente o Porto e o CFB, cria, na óptica do governante, um poderoso eixo de desenvolvimento industrial, logístico e comercial, posicionando-se como um verdadeiro “hub energético e logístico regional”.
POR: Constantino Eduardo, em Benguela
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