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Narciso Benedito Dos Santos:‘Teremos uma cidade do Sumbe de cara lavada’

Dani Costa por Dani Costa
24 de Outubro, 2025
Em Entrevista
DR

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Na senda dos 108 anos de existência do Cuanza-Sul, OPAÍS conversou com o governador da província, Narciso Benedito Dos Santos, que dirige os seus destinos há, sensivelmente, 10 meses (a contar de Janeiro), que narrou os avanços e desafios em vários sectores de actividade. Directo, o antigo homem forte, que herdou já algumas obras dos seus antecessores, garante que pretendem apresentar, nos próximos tempos, por exemplo, uma cidade do Sumbe de ‘cara lavada

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A 20 de Setembro assinalou nove meses desde que assumiu as funções de governador da província do Cuanza- Sul. Consegue-nos fazer um pré- balanço de que província tem e o que encontrou?

Pois bem, mas antes de falar dos nove meses, eu gostaria antes de falar da própria semana da nossa província. Teremos, entretanto, também actividades como automobilismo, motociclismo; e esta semana vai culminar então com um grande show, como não podia deixar de ser, que é para festejar os nossos 108 anos em dois dias, dia 19 e culmina finalmente então com o dia 20 de Setembro, onde fechamos a semana. Curiosamente, o 20 de Setembro, como acabou de dizer, coincide precisamente com os meus nove meses à frente da província do Cuanza-Sul.

O que encontrou?

Eu encontrei uma província fulgurante do ponto de vista de actividade. Uma província dinâmica com um povo cujas características de resiliência, de hospitalidade, de actividade e laboriosidade são características. Tudo isto para dizer que fui bem acolhido. Fui bem acolhido na província do Cuanza-Sul, em virtude das características que acabei de mencionar do povo laborioso. E com a equipa que nós constituímos, fomos trabalhando, primeiro, para assegurar que um conjunto de actividades que se haviam desenvolvido no âmbito das infra-estruturas integradas da cidade pudesse dar continuidade e não pudesse haver interrupção no processo das actividades que estavam em curso. Estas actividades das infra-estruturas integradas, que é um grande projecto, iniciado há algum tempo e que deveríamos nós garantir que não fosse interrompido, até também para assegurar que os esforços daqueles que nos antecederam não fossem traídos. Há um conjunto de antecessores nossos na liderança da província que iniciaram um esforço de transformação da província, do ponto de vista das suas infra- estruturas. Quando nós chegámos, a nossa primeira preocupação era assegurar que aquele esforço não fosse interrompido, que as actividades continuassem e que pudes- sem, com prazos específicos, ter a garantia de que, naqueles prazos,–– aquelas obras iriam estar concluídas. Porque eram obras que, estando na capital do país, condicionavam muito a vida de quem lá vive e a vida de quem por lá transita.

Refere-se ao Sumbe?

Refiro-me à capital. As obras integradas da cidade do Sumbe. Então, era necessário assegurar isto. E, como Sumbe é o cartão postal do Cuanza-Sul, a sua cidade capital, sede política e administrativa, era necessário que a cidade capital da província pudesse ter prazos bem definidos para a conclusão das obras e que as obras pudessem andar a bom ritmo, sem que houvesse interrupções e pudesse condicionar o menos possível a vida dos que lá vivem e trabalham, dos que transitam por lá também. Isto foi conseguido, está a ser conseguido, no sentido em que nós temos neste momento na capital, na sede do Cuanza-Sul, prazos que já deslizaram em alguns momentos. Já foi para o dia 30 de Junho e estamos agora com, até antes do dia 11 de Novembro, no quadro dos 50 anos da nossa independência, com prazos para receber as obras concluídas da cidade capital. Portanto, vamos ter uma sede da província, como lhe tenho chamado, com uma nova fisionomia de cara lavada, com vias abertas, no sentido em que todas as estradas que estavam fechadas por força das obras estão neste momento concluídas, iluminação reforçada, os passeios bem tratados, com sinalização vertical e horizontal, com semáforos, e teremos então uma cidade mais urbana, digamos assim. Uma verdadeira cidade moderna, de cara lavada, como tenho chamado, e para devolvermos aos munícipes a cidade que eles merecem. É tudo? Não é. Nem pode ser.

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Dani Costa

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