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O regresso da glória e as lições da festa

Jornal OPaís por Jornal OPaís
29 de Agosto, 2025
Em Opinião

Terminou em apoteose a maior festa do basquetebol africano, Angola foi o palco, anfitriã e, mais uma vez, a grande protagonista. Quarta vez que acolhe o Afrobasket enquanto país independente e, como se tivesse sido escrito nas estrelas, esta edição aconteceu no ano em que se celebram os 50 anos da independência nacional.

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Não podia haver melhor argumento para uma competição que teve emoção, superação e um final feliz Angola, campeã africana pela 12.ª vez. No início, o ambiente estava carregado de dúvidas.

As críticas à convocatória, à metodologia do técnico Pep Clarós, ao momento de forma de alguns atletas e à falta de entrosamento da equipa deixavam um certo pessimismo no ar. Mas o desporto é feito de momentos e Angola foi crescendo em cada um deles. Jogo após jogo, a selecção foi ganhando corpo, confiança e garra. A vitória contra Cabo Verde, apertada e sofrida, mostrou o nervo.

O triunfo sobre os Camarões, suado até ao último segundo, revelou o carácter da equipa. E na final, frente a um Mali atrevido e promissor, Angola foi impiedosa, passeou classe e “massacrou’’. Mostrou ao continente quem ainda manda no basquetebol africano. O Afrobasket foi um renascimento. Bruno Fernando, tantas vezes alvo de críticas, calou os cépticos com entrega e eficácia.

Childe Dundão, o pequeno gigante, foi o coração e o cérebro da equipa, MVP com todos os méritos. Selton Miguel, Gerson Lukeny, Milton Valente, Gakou, todos deram o melhor de si num colectivo que se uniu quando o momento exigia. Mas, como nem tudo foram triplos e aplausos, é preciso olhar também para as falhas fora da quadra, onde o Afrobasket deixou muito a desejar no capítulo organizativo.

Bilhetes escassos, falta de clareza na venda, problemas técnicos com cronómetros e outros lapsos que mancharam, ainda que levemente, o brilho de um evento tão importante.

Em pleno 2025, com tantas experiências acumuladas mundo afora, custa entender como é que não se recorreu a empresas especializadas, com provas dadas na gestão de grandes competições. O desporto é cada vez mais uma indústria de espectáculo, e nisso ainda estamos a aprender ou, pior, a insistir em não aprender. Apesar de tudo, os verdadeiros heróis fora do campo foram os adeptos.

De norte a sul, o povo angolano respondeu com paixão, ocupou os pavilhões, em Luanda e em Moçâmedes, empurrou a selecção nos momentos mais difíceis e de grandes incertezas.

O povo foi o combustível emocional que transformou incertezas em vitórias, a energia que vinha das bancadas era determinante. Uma vez mais, o desporto mostrou o seu poder de agregação, éramos um só povo, uma só nação.

A festa acabou, mas a memória fica, porque este título não é apenas mais um troféu, é a confirmação de que o ADN vencedor ainda corre nas veias do basquetebol angolano.

Que sirva também para renovar compromissos, com a organização, com a formação, com a valorização dos nossos talentos e com o respeito que a modalidade merece. Parabéns, Angola. Parabéns, campeões. Que o dodeca seja o recomeço da nossa hegemonia africana.

Por: Luís Caetano

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