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Aprender com livro é diferente de aprender com tablet

Jornal OPaís por Jornal OPaís
21 de Julho, 2025
Em Opinião

Vivemos em uma era marcada pela velocidade da informação, onde tudo está ao alcance de um clique. Tablets, celulares e computadores se tornaram parte do nosso quotidiano, inclusive no ambiente escolar.

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No entanto, é preciso reflectir: será que a tecnologia pode substituir completamente o livro físico? A resposta é não. E mais do que isso, essa substituição apressada pode estar prejudicando a formação das novas gerações.

Aprender com o livro é diferente. O livro exige atenção, disciplina e concentração. Ele ajuda no desenvolvimento da leitura crítica e da escrita correta. Quando uma criança cresce folheando livros, ela aprende o valor da leitura como hábito, não como obrigação.

Já com o tablet, é fácil se perder em jogos, vídeos e distracções que não contribuem para a formação educacional. É comum ver crianças que mal conseguem escrever correctamente, porque a autocorrecção dos aparelhos faz tudo por elas.

O resultado? Uma geração que lê pouco, escreve mal e se expressa de forma péssima. Além disso, há uma consequência ainda mais grave: a tecnologia nos aproxima do mundo virtual e, muitas vezes, nos afasta do real. Famílias que antes conversavam à mesa agora estão cada uma em uma tela.

Crianças e adolescentes vivem conectados, mas isolados. Falta diálogo, falta convivência. A educação começa dentro de casa, e os pais precisam dar o exemplo: desligar o celular e abrir um livro. Não se trata de negar os avanços tecnológicos. Eles são importantes, têm seu lugar e oferecem muitas ferramentas úteis.

O problema é uando passamos a depender apenas deles, esquecendo o essencial. Precisamos ensinar nossas crianças a equilibrar o uso da tecnologia com o valor do conhecimento tradicional. Ler livros, escrever à mão, aprender com calma, isso forma cidadãos conscientes e preparados para o futuro.

Por isso, é hora de voltar à base. De valorizar o que realmente importa. De ensinar nossos filhos a amar os livros, a escrever com clareza e a pensar com profundidade.

A educação não pode ser substituída por uma tela. VAMOS EDUCAR A SOCIEDADE A LER LIVROS, A ESCREVER, A CONVERSAR. Porque aprender com livro é, sim, diferente. E faz toda a diferença.

Por: BAPTISTA TAVARES

Comunicólogo

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