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O visionário morre, mas a visão nunca morre — a marca é o legado

Jornal OPaís por Jornal OPaís
16 de Junho, 2025
Em Opinião

Vivemos numa sociedade que celebra pessoas, mas esquece, muitas vezes, o que as movia: a visão. No mundo da comunicação, cada indivíduo é uma marca. E marcas fortes não vivem apenas da imagem, mas da essência e do propósito que representam.

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O verdadeiro legado de um visionário não está apenas nas obras que realiza, mas na capacidade de formar sucessores que dão continuidade à missão. Jesus Cristo é um exemplo: a sua marca permanece viva porque preparou discípulos, ensinou valores e deixou uma orientação clara.

Muitas marcas desaparecem não por falta de visão, mas por ausência de continuidade. Quando não se investe nas pessoas e na cultura, tudo se perde. Mas, quando a visão é partilhada e vivida, a marca adapta-se e sobrevive ao tempo.

Mais do que ser lembrado, é preciso garantir que a visão continue a transformar o mundo. Porque o visionário morre, sim, mas a marca que nasce de uma visão verdadeira nunca morre.

Existem marcas que desapareceram e não deixaram legado porque não conseguiram preservar a essência do seu propósito. Faltou estrutura, faltou liderança, faltou uma cultura viva.

E, acima de tudo, faltou a consciência de que uma marca se constrói com continuidade, não com momentos isolados de glória. Por isso, é fundamental construir uma marca que vá para além do seu fundador.

Isso começa por transmitir a visão com clareza, de forma que todos compreendam o verdadeiro motivo do que fazem. É necessário formar sucessores conscientes, não apenas herdeiros de posição, mas guardiões do propósito.

Os valores precisam de ser enraizados, pois são eles que sustentam a marca mesmo quando tudo muda à volta. Uma cultura forte torna-se o verdadeiro alicerce da marca.

E documentar o legado é essencial, porque marcas que escrevem a sua história facilitam a continuidade da missão. O visionário pode sair de cena, mas se tiver plantado sementes, a árvore continuará a crescer.

O nome pode deixar de aparecer nas manchetes, mas a visão, se tiver sido bem enraizada, continuará a influenciar gerações. A marca que sobrevive à morte do visionário não é a que grita mais alto, mas a que foi construída com coerência, verdade e direcção.

A morte é inevitável, mas o esquecimento é opcional. Quem vive apenas para ser celebrado será esquecido quando a festa terminar. Mas quem vive para construir um legado será lembrado enquanto a visão continuar a dar frutos. A marca continua. Porque a visão, quando é verdadeira, é eterna.

Por: BAPTISTA TAVARES

Comunicólogo

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