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É de hoje…E tudo o vento levou na FPU

Dani Costa por Dani Costa
26 de Maio, 2025
Em Opinião

Há muito que já era vista como a crónica de uma morte anunciada. Aguardava-se, somente, pelas cenas dos capítulos seguintes, cujos roteiristas, actores e figurinistas não vislumbravam um outro final senão o apresentado on- tem num comunicado conjunto entre a UNITA e o Bloco Democrático.

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As duas organizações, que agora dizem corporizar a então propalada Frente Patriótica Unida (FPU), uma coligação não ilegalizada, já vieram a público anunciar a saída de cena da organização liderada por Abel Chivukuvuku que, nos próximos tempos, deverá seguir carreira a solo no cenário político angolano.

Não obstante o facto de ser um partido legalizado inicial, integrando o grupo desde o início, é sabido que o Bloco Democrático, apresentado como sendo um conjunto político de quadros, está distante ainda da capacidade de mobilização que Chivukuvuku e seus muchachos imprimiram nas eleições passadas e se preparam para o fazer no pleito de 2027.

É indiscutível o facto de só o PRA-JA, antes mesmo de ter sido legalizado, ter conseguido um leque de oito deputados – não se sabendo se Francisco Viana também possa ser incluído no referido grupo. E é, igualmente, impossível descartar o facto de ser nas hostes da UNITA, onde durante toda a sua infância, adolescência e fase adulta se forjou como político, que Abel Chivukuvuku e pares têm como zona de conforto de mobilização de membros, alguns dos quais vão sendo apresentados à sociedade, entre os quais filhos do próprio líder fundador do maior partido da oposição, Jonas Savimbi.

Mais do que o fim de uma aliança em que os actores principais e secundários esperavam que pudesse evoluir para uma coligação formal – como apelou o líder do PRA-JA Servir Angola, os próximos tempos indicam que se trará mais um cenário de confrontação dos interesses do maior partido da oposição e muitos dos seus antigos súbditos que se afastavam ao longo dos anos.

A onda de quase diabolização que se assiste em alguma comunicação social e, sobretudo, nos meios de comunicação alternativos revela o exacerbar de uma guerra política cujo desfecho não se avizinha tão fácil. Trata-se de uma política de terra queimada em que nem mesmo inocentes analistas políticos estarão a sobreviver neste emaranhado de interesses políticos que se deverá apa- ziguar, talvez, depois de 2027.

Antes acossados pelos adversários que tencionavam assaltar o seu poder nas urnas em 2027, provavelmente, nestes últimos dias, a liderança do MPLA esteja a assistir de longe as investidas que os próprios partidos da oposição vão fazendo contra eles próprios, deixando aquelas a quem apontavam como sendo um inimigo comum mais folgado para encontrar soluções que lhe permitam corrigir alguns erros dos últimos tempos, melhorar as políticas e concretizá-las para se ultrapassar os problemas sociais e económicos que o país enfrenta.

É que a dois anos das eleições, é provável que a peleja seja mais entre quem deverá assumir os destinos da oposição política no país. Segundo Abel Chivukuvuku, os que lá estão há bastante tempo não terão feito quase nada ao longo dos anos em que se implementou o sistema democrático no país. Daí não querer descartar a possibilidade de ser ele próprio a liderar o próprio movimento opositor, nem que seja a solo.

Dani Costa

Dani Costa

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