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É de hoje…Um abraço ao Kota Fernando Gomes

Dani Costa por Dani Costa
31 de Março, 2025
Em Opinião

Sempre que leio informações sobre os desfalques feitos ao país, pergunto-me o que os delapidadores do erário público fazem com os milhões de dólares que amealharam de forma fraudulenta.

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Em tempos, um estudo da Universidade Católica de Angola apontava para mais de 100 bilhões de dólares o dinheiro retirado através de obras de construção civil, muitas das quais em pouco tempo de uso encontram-se praticamente danificadas.

É provável que entre nós existam alguns Robins Hood, aquele personagem que através do dinheiro furtado ainda estejam a fazer alguma coisa pelos mais carentes, sobretudo aqueles que mais necessitam de apoios em vários domínios.

Mas, a verdade é que parte significativa dos milhões e bilhões roubados ao Estado acabaram transferidos para o exterior, em paraísos fiscais e não só, para alimentar uma vida extravagante de muitos destes nossos ricos, a custa do sofrimento de milhares de angolanos, que se viram privados até hoje de água, educação, saúde, energia electrico e outros serviços.

Normalmente, os que mais se interessam em cuidar destes mais necessitados são aqueles que têm pouco ou mesmo que tenham muito nunca o fizeram retirando do Estado. Graças ao trabalho árduo que estes fazem, investindo em Angola, ainda lhes resta tempo para se interessarem pelas comunidades que os cercam.

E identificam-se como parte delas, razão pela qual buscam soluções para os seus problemas, incluindo aqueles mais críticos. No último sábado, por conta do Fórum de Negócios e Conectividade, organizado pela Medianova, pude visitar as instalações do Grupo Unionin, na Humpata, província da Huila.

Foi lá que conheci o mais Velho Fernando Gomes, um caluanda do Bairro Operário, mas há muito radicado nesta parcela do país.

Num local em que muitos podem achar que não há nada, Fernando Gomes é parceiros fazem nascer a esperança de dias melhores para centenas de crianças e jovens que um dia poderão estar entre os mais destacados deste país.

Através da educação, ministrando aulas de alfabetização, em português e nyaneka humbi, inglês e português, crianças e adolescentes têm aulas gratuitas com professores experimentados, assim como formação no domínio da agropecuária para um dia estes se puderem dedicar devidamente à vida do campo.

Além da aulas, as dezenas e centenas de rapazes e raparigas têm direito a alimentação, incluindo os seus progenitores. Assim muitas das crianças não têm que ir cuidar do gado e deixar de lado a formação acadêmica.

É provável que hoje muitos dos rapazes – até seus progenitores- não têm noção da sorte que tiveram em cruzar com o Mais Velho Fernando Gomes. Mas quando crescerem, um dia destes, saberão o quão precioso foi terem cruzado o caminho do empresário mecenas. A quem desejamos um abraço para que inspire outros angolanos a apostarem no próprio país e a repartirem o pouco que conseguiram na vida.

Dani Costa

Dani Costa

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