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O currículo da vida em tempos fúnebres

Jornal Opais por Jornal Opais
22 de Julho, 2024
Em Opinião

Há um quesito que se expõe na vida dos jovens desse tempo, embora pareça mais um entretenimento aos olhos de quem não consente por qualquer uma cegueira voluntária ou desinformação ocasionada, o questionamento emerge e, no brotar e esvair do sol, mesmo com um trético ‘olá’ às cambalhotas que a existência oferece, diz-se: “Onde iremos parar?”.

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Diante e antes de tal maka e dúvida, colocam-se as reticências e o silêncio doutras demandas, já que, nesse meio-tempo, fácil e frequentemente apagam-se as carreiras de vida dos que insistem em persistir ainda.

E, muitas vezes, chega-se a pensar que o futuro é uma lógica negativa, quando não se conhece a lógica do presente positivo.

Mas, aos poucos, o mundo vem a notar que a persistência de muitos vem sendo corroída pelo desespero, pela ilusão da realidade, por uma expectativa de vida melhor e que nunca chega.

Nesse tempo, o mélico refrão “deixa a vida me levar” de Zeca Pagodinho é uma locução célebre – não por ser um dito do bom senso – porém, a verdade é que poucos têm o poder de escolha e pouquíssimos ainda têm a escolha do poder. Por isso, aí mesmo, a única e última escolha é viver [bem ou mal].

Os tempos tornam-se cada vez mais desastrosos e, começa-se a sentir a desgraça e as calças debaixo da cintura de quem plantou a ‘esperança’ só pelos discursos.

A fome não se adia, sente-se e é imediata. Talvez, justamente por este sentimento e motivo, qualquer um opta em buscar encher o seu saco sem que se importe com os trâmites pelos quais consegue – seja por meretrícios ou por vias não muito abonatórias – não importa, pois dizem que tudo é feito pela dor da fome e, neste tempo fúnebre, nada é mais importante senão travá-la.

Por consequência, a qualquer instante, julgam-se tais práticas, mas, dificilmente tais praticantes. Mais tarde, o ridículo aparece porque alguns andam a cruzar os braços, enquanto outros zungam vidas por conta do ‘pão’ e tornamnas numa ‘fonte de rendimento’.

E, aqui, insiste-se ainda: De quem é a culpa? Tristemente, não se sabe! Entretanto, ‘manda lixar!’. Ouve-se tal proferimento da boca de uma sociedade que se alimenta dos mêmes que invadem as redes sociais e não pensa com [cons] ciência.

Cessa-se o interesse dum viver ileso e declinam-se a ética e a moral. O currículo já não é o mesmo – enquanto a ‘birra’ for o copo preferido do pobre que frouxa a mente, a ‘corrupção’ será sempre a bola de ouro de quem é jogador caro.

Apesar disso, na eloquência dos dizeres duma geração promissora, percebe-se que, até então, nem tudo se perdeu – talvez a solução seja romper o oportunismo de quem já tem e promover a oportunidade de quem nada tem e luta para ter. Ou então, “…onde iremos parar?” continuará a ser a inquisição dos outros e vindouros tempos.

 

Por: Alienado de Papel

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