OPaís
Ouça Rádio+
Sáb, 14 Mar 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

País trava “importação” de pragas em sementeiras e Investigação Agronómica adverte compradores

Jornal Opais por Jornal Opais
30 de Janeiro, 2024
Em Economia, Manchete

O director-geral do Instituto de Investigação Agronómica, João Ferreira Neto, revelou, recentemente, em Benguela, que o país tem estado a acautelar a segurança fitossanitária, a fim de evitar a entrada de pragas com a importação de sementes, advertindo que a falta de seriedade por parte de alguns importadores no processo de importação tem comprometido a produtividade

Poderão também interessar-lhe...

Crescimento da indústria transformadora com impacto directo no sector não petrolífero

Projecto ‘Replica’ prevê criar sete mil empregos até 2027

Empresas do Pólo Industrial de Viana gastam 15 mil USD/ mês com combustível

O director João Ferreira Neto afirmou que já não entram no país pragas decorrentes de importação de sementes. Tal inversão de cenário, segundo disse, deve- se, fundamentalmente, ao facto de se estar a corrigir “os erros do passado”. “Tem de haver alguma seriedade do importador, é importante, porque nós depois fazemos o serviço para mostragem.

Tu, por exemplo, importas, imaginemos, 500 toneladas. Nós não vamos verificar as 500 toneladas. Verificamos uma, duas ou três para pura mostragem. Tem que haver alguma seriedade do importador”, apela. Uma outra questão que preocupa o responsável é relativa à falta de acompanhamento no processo de importação de sementes. Sustenta que, em muitos casos, empresários importam sementes desconhecendo completamente os meandros à volta da sua produção. “Porquê? A produção de semente é cara.

No caso da semente de mi- lho, se quiseres produzir, tem os chamados parentais, que é o macho e a fêmea. Há uma altura em que tens de cortar todos os machos. Quer dizer, tu vais reduzir o campo em um terço. E, depois, a semente de milho na maçaroca só podemos apanhar a parte do meio”, elucida.

De acordo com João Ferreira, isso pressupõe dizer que o importa- dor tem de, obrigatoriamente, estar a par de todo o processo inerente à produção da semente que vai comprar, de modo a não com- prometer o aumento da produtividade no país.

“Quando isso não acontece, é retórica, é conversa e não eleva o aumento da produtividade no nosso país. Nós podemos lavrar todo o país, mas, se tivermos má qualidade, não aumentamos a produção”, adverte. O responsável admite, porém, que, nos últimos tempos, fruto de parcerias firmadas com entidades privadas, já se está a produzir sementes de qualidade, fundamentalmente no que refere à semente de milho, mas o mesmo ainda não se dá em relação às de outras culturas, porque ainda se usam “as sementes comunitariamente aceites”.

Falta de quadros

João Ferreira Neto lembra que Angola ainda não é auto-suficiente no que à produção de sementes diz respeito, daí ter ainda de recorrer à importação, tendo considerado que, actualmente, tem havido um ciclo positivo. Considera que o país tem um longo caminho a percorrer nesse quesito, uma vez que a aposta tem passado, necessariamente, pela garantia da segurança alimentar, advertindo que a falta de quadros, associado à exiguidade orçamental para agricultura, pode condicionar tal desiderato. “Se o país não for auto-suficiente na produção de sementes, não poderá dar o grande passo qualitativo que pretende.

Há défice de conhecimento. Temos poucos quadros e com os poucos que temos vamos fazendo o que for possível, mas, se tivéssemos muito mais quadros, daríamos muito mais formação”, realça. Ferreira Neto recorre ao passado para assinalar determinados caminhos tendentes a um quadro satisfatório para a agricultura, não obstante a necessidade de aumento do orçamento, sobretudo para o segmento das sementes. “Se se recordar, há cinco ou seis anos, não havia produção de semente em Angola.

Hoje, estamos a falar de algumas empresas que já têm alguma semente e com alguma qualidade, fruto da parceria que têm com o Instituto de Investigação Agronómica e com o Ser- viço Nacional de Sementes”, refere, assegurando que o principal desafio do país, nos dias que correm, é a produção de sementes híbridas. “Para finalizar, o actual contexto internacional obriga-nos a produzir arroz, trigo, feijão em Angola. E nós temos tudo, tudo para podermos produzir”, considera.

POR: Constantino Eduardo em Benguela

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

Crescimento da indústria transformadora com impacto directo no sector não petrolífero

por Jornal OPaís
13 de Março, 2026

Ministro da Indústria afirma que a indústria transformadora tem assumido um papel cada vez mais relevante na economia não petrolífera,...

Ler maisDetails

Projecto ‘Replica’ prevê criar sete mil empregos até 2027

por Jornal OPaís
13 de Março, 2026
DR

Após o encerramento da primeira das seis fases processuais do projecto Replica, que contemplou a mobilização, sensibilização e cadastramento dos...

Ler maisDetails

Empresas do Pólo Industrial de Viana gastam 15 mil USD/ mês com combustível

por Rita Fernando
13 de Março, 2026
CARLOS MOCO

Os empresários do Pólo Industrial de Viana (PIV) gastam, em média, 15 mil dólares por mês, equivalente a 13.755 milhões...

Ler maisDetails

9.º Congresso Ordinário do MPLA agendado para os dias 9 e 10 de Dezembro

por Onesimo Lufuankenda
12 de Março, 2026

O Comité Central do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) aprovou, nesta quinta-feira, 12, a convocação do 9.º Congresso...

Ler maisDetails
DR

Municípios do Sumbe, Porto Amboim e Gangula vão ficar seis horas sem energia eléctrica devido à obras de manutenção

13 de Março, 2026

‎SIC entrega viaturas recuperadas de antigos gestores públicos do Governo Provincial do Bengo

13 de Março, 2026

‎Apreendidas mais de sete mil toneladas de peixe durante operação nas províncias de Luanda e Bengo

13 de Março, 2026

Crescimento da indústria transformadora com impacto directo no sector não petrolífero

13 de Março, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.