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Haley, a última mulher de pé contra Trump que nunca perdeu uma eleição

Jornal Opais por Jornal Opais
26 de Janeiro, 2024
Em Mundo
Republican presidential candidate former UN Ambassador Nikki Haley waves to the audience as she takes the stage to speak at a New Hampshire primary night rally, in Concord, N.H., Tuesday Jan. 23, 2024. (AP Photo/Steven Senne)

Republican presidential candidate former UN Ambassador Nikki Haley waves to the audience as she takes the stage to speak at a New Hampshire primary night rally, in Concord, N.H., Tuesday Jan. 23, 2024. (AP Photo/Steven Senne)

A mulher que se inspirou em Hillary Clinton para se candidatar a cargos públicos e teve de ‘tapar o nariz’ para votar em Donald Trump, Nikki Haley, é agora a última candidata de pé contra o ex-Presidente na corrida pela nomeação republicana

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Ex-governadora da Carolina do Sul e ex-embaixadora norte-americana junto das Nações Unidas na administração Trump, Haley chega às primárias republicanas com um detalhe importante no seu currículo: nunca perdeu uma eleição.

“Ela é capaz de ser a pessoa mais ambiciosa que alguma vez conheci”, disse o antigo congressista da Carolina do Sul e ex-chefe de gabinete de Trump, Mick Mulvaney.

No seu livro “With All Due Respect”, publicado em 2019, Haley disse não gostar que lhe chamem ambiciosa, por considerar que essa adjectivação tem uma conotação negativa quando aplicada às mulheres.

Nikki Haley, de 52 anos, lidou com sexismo pronunciado durante toda a sua ascensão política e, apesar de insistir que os Estados Unidos nunca foram um país racista, deparou-se com vários obstáculos devido à sua etnia.

Filha de imigrantes indianos abastados, que se mudaram para os EUA nos anos 60, Nimrata Nikki Randhawa cresceu em Bamberg, na Carolina do Sul, onde não havia mais famílias indianas nem praticantes da religião Sikh.

Formada em contabilidade pela Universidade de Clemson, a então jovem indiana-americana trabalhou na empresa fundada pela mãe Raj Kaur Randhawa, Exotica International, que se tornou num negócio de milhões.

Foi na universidade que conheceu o marido Bill Haley, que convenceria a passar a usar o nome do meio, Michael, porque achou que ele “não tinha cara de Bill”. Com ele, converteu-se ao cristianismo.

A sua entrada na cena política aconteceu depois de casada, com dois filhos pequenos, após assistir a uma palestra de Hillary Clinton na Universidade de Birmingham.

Mas as duas mulheres seguiram caminhos políticos radicalmente diferentes. Haley foi eleita para a Câmara de Representantes da Carolina do Sul em 2004, aos 32 anos, pelo Partido Republicano.

As suas políticas eram bastante conservadoras, no sentido tradicional: aversão a impostos, restrição fiscal, restrição ao direito ao aborto e defesa de leis de imigração mais rígidas. Em 2010, aos 38 anos, fez história ao tornar-se na primeira mulher governadora da Carolina do Sul, além de ser a primeira indiana-americana no cargo.

Até então, apenas homens brancos tinham sido eleitos. O cargo trouxe-lhe notoriedade nacional, quando liderou a iniciativa para remover de um monumento a bandeira da Confederação — que perdeu a guerra civil norte-americana contra a União — em 2015.

A medida foi tomada depois de Dylann Roof ter assassinado a tiro nove afro-americanos numa igreja em Charleston, um ataque abertamente racista que Haley denunciou.

No ano seguinte, a revista Time incluiu-a na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo. Durante a campanha de Donald Trump para a nomeação presidencial republicana, entre 2015 e 2016, Nikki Haley criticou os seus falhanços como empresário, a sua postura cáustica e o facto de não denunciar o Ku Klux Klan. Apoiou o senador da Florida Marco Rubio, que aspirou à nomeação, e após a desistência deste deu o seu apoio a Ted Cruz.

No entanto, acabou por votar em Donald Trump em 2016 e aceitou o seu convite para embaixadora dos EUA junto das Nações Unidas, apesar de não ter experiência como diplomata.

Estava a meio do segundo mandato como governadora da Carolina do Sul. O seu desempenho foi geralmente apreciado até ao momento em que decidiu sair, no final de 2018.

Nessa altura, o New York Times escreveu que ela, ao contrário de muitos outros membros da administração Trump que saíram em rota de colisão, conseguiu ficar “com a sua dignidade praticamente intacta”.

Nos anos que se seguiram, e mesmo no seu livro de memórias “With All Due Respect”, Haley evitou críticas ásperas a Trump, voltando a votar nele em 2020. Mesmo depois de criticar o que aconteceu na invasão ao Capitólio, a 6 de Janeiro de 2021, suavizou a retórica e pediu que dessem
ao homem “um descanso”.

Também negou a sua intenção de se candidatar à nomeação para as presidenciais de 2024, dizendo que se Trump corresse ao lugar ela não se poria no seu caminho.

Isso mudou em Fevereiro de 2023, quando fez o anúncio oficial de candidatura. Ela e 13 outros candidatos, que foram caindo um a um mesmo antes do início das primárias.

Agora, restam apenas Donald Trump e Nikki Haley, uma mulher 25 anos mais nova que o exPresidente, que apela a um eleitorado republicano mais moderado, a independentes e licenciados.

Haley tem sido descrita como pioneira, teimosa, combativa e assertiva, alguém que não desiste do que quer e que nunca perdeu uma eleição.

Foi esse o espírito com que se apresentou aos norte-americanos no discurso depois de na Terça-feira perder as primárias de New Hampshire para Donald Trump, que agora tem criticado de forma mais veemente.

“New Hampshire é a primeira [primária] da nação. Não é a última da nação”, disse a candidata aos apoiantes. “Esta corrida está longe de terminada”.

 

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