A empresa de consultoria tecnológica (TIS Angola) alerta que a digitalizar sem segurança é acelerar algum risco, tendo aconselhando para se ter em conta controles essenciais para Infraestrutura crítica e supply chain
Segundo um comunicado enviado pela Consultora à redacção do OPAÍS, Angola está a acelerar a digitalização de serviços essenciais e cadeias logísticas, este avanço traz eficiência e escala, mas também amplia a superfície de ataque na mesma velocidade.
No documento, a empresa declara que em infra-estrutura crítica e supply chain, o risco é a continuidade de operação, reputação, confiança de parceiros e capacidade de cumprir requisitos contratuais e regulatórios.
A TIS refere ainda que digitalizar é necessário, mas sem segurança proporcional é acelerar o risco.
“Alógica é primeiro entender o que temos de proteger, depois reduzir as portas de entrada, melhorar a capacidade de detectar, garantir a recuperação e fechar o ciclo com governança e fornecedores”, lê-se no comunicado.
A consultora aconselha a fortalecer configurações, corrigir falhas, conter, detectar, responder, recuperar, gerir fornecedores e governar com métricas, só assim que a infra-estrutura permanece “live” sem se tornar um laboratório de incidente.








