As fortes chuvas que se abatem nos últimos dias na província da Huíla estão a provocar diversos danos aos habitantes, particularmente nos municípios do Lubango, Capunda Cavilongo, Palanca e Humpata, onde foram registados sete mortes e desabamentos de residências
Ao todo, sete pessoas perderam a vida e 60 famílias ficaram desalojadas nos últimos dias na província da Huíla em consequência do desabamento de residências e descargas atmosféricas por causa das fortes chuvas que se abatem sobre o território huilano.
A informação foi avançada, recentemente, pela porta-voz dos do Comando Provincial dos Serviços de Protecção Civil e Bombeiros, Luzineide Camota, tendo dito que os casos foram registados nos municípios da Humpata com quatro casos por descarga atmosférica, dois por desabamento de residência no Lubango e um no município da Capunda Cavilongo.
Relativamente aos casos de desabamento de residências, Luzineide Camota informou que foram registadas 30 casos no Lubango, nove na Humpata, Capunda Cavilongo um e Palanca com 23 casos. Por outro lado, a porta-voz informou que está em curso, desde ontem, em toda a província, um processo de cadastramento e mapeamento das zonas de risco.
“São casas de construção precária, ou seja, de adobe na sua maioria. Ao nível do município do Lubango, está a ser feito um trabalho de cadastramento e mapeamento das zonas consideradas de risco ou zonas vermelhas, isto nos bairros Dr. António Agostinho Neto, Ferrovia, Hélder Neto, Comandante Nzage e a Luta Continua”, destacou..
Entretanto, a situação das consequências das chuvas já mereceu, igualmente, a atenção do MPLA que já traça medidas para mitigar os seus efeitos, numa acção anunciada hoje durante a realização da 17ª Sessão Ordinária, orientada pelo seu 1º secretario provincial, Nuno Bernabé Mahapi Dala.
Por: João Katombela, na Huíla









