Em Angola, este diagnóstico encaixa na agenda de transformação digital e na exigência crescente de cibersegurança. Segundo a KPMG, Angola deve ter em conta três prioridades, nomeadamente, governance, disciplina de dados e segurança incorporada desde a origem.
De acordo com um documento que OPAÍS teve acesso, KPMG Global conclui que à agenda digital, em Angola, evolui a passos largos e uma execução de sucesso exige governance, métricas e registos operacionais, sobretudo em sistemas que suportam os serviços essenciais. Para a organização um mercado ganha quando a ambição se converte em capacidade de entrega.
O estudo internacional da KPMG Global Tech Report 2026, que analisa anualmente como as organizações decidem, financiam e governam a tecnologia no contexto actual de transformação digital, aconselha adopção, cada vez mais de métricas de produtividade, de risco e de previsibilidade operacional.
As empresas têm de saber onde está o ganho, qual é o risco e como se mede, lê-se no documento que ajuda a compreender formas de lidar com dados e padrões globais, úteis para decisões locais.
O comunicado sublinha que Angola tem a transformação digital no centro da agenda, com o ANGOTIC 2026 orientado para a rota da transformação digital, e com um enquadramento institucional reforçado pela aprovação da Estratégia Nacional de Cibersegurança.
O contexto tecnológico aumenta, conforme a KPMG Global, a exigência sobre a execução, a resiliência e a confiança operacional em projectos digitais, sobretudo nos sectores de infraestrutura crítica, dos serviços financeiros, da energia, das telecomunicações e da Administração Pública.
Sobre a KPMG, é uma rede global de firmas independentes que prestam serviços de auditoria, fiscalidade e consultoria. Actua em 138 países e territórios com mais de 276 mil profissionais a trabalhar nas firmas membro a nível mundial.









