Angola tem vindo a registar avanços constantes no sector da Saúde, concretamente no que o diz respeito ao combate contra a disseminação do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) de mãe para filho. A título de exemplo, só nos últimos anos, 22 mil e 444 mulheres grávidas seropositivas foram integradas nos programas de Prevenção da Transmissão de Mãe para Filho.
Os dados foram apresentados esta segunda-feira, 22, pelo secretário de Estado para a Saúde Pública, Carlos Pinto de Sousa, na abertura do workshop de balanço do VII Plano Estratégico Nacional de Resposta ao HIV, Hepatites Virais e outras Infecções de Transmissão Sexual (ITS).
De acordo com o responsável, Angola reduziu para 13% a taxa de transmissão do HIV de mãe para filho, resultado que representa um decréscimo de 50% face aos 265 anotados em 2019.
Carlos de Sousa sublinhou que os progressos obtidos resultam do reforço das estratégias de rastreio, acompanhamento pré-natal e acesso ao tratamento antirretroviral, medidas que, segundo o secretário de Estado, têm permitido melhorar a saúde materna e reduzir significativamente o risco de transmissão do vírus durante a fase de gestação, parto e amamentação.
Em comparação a outros países da África subsaariana, Carlos de Sousa afirmou que Angola mantém uma das mais baixas taxas de prevalência do vírus na região, estimada em 1,6%, segundo os resultados apresentados no Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS 2023-2024).








