Jornalistas de diversos órgãos de comunicação, em Benguela, foram capacitados em ma téria de cibersegurança, em virtude de estarem expostos a invasões cibernéticas por parte de «mal-feitores». Os profissionais da classe foram municiados de ferramentas para fazer face a determinadas acções dessa natureza. A formação, que aconteceu durante dois dias (16 e 17), na cidade do Lobito, é uma iniciativa da Financial Services Volunter Corps (FSVC), sob financiamento norte-americano
Temas como “Por que os jornalistas são alvos, reconhecer ataques antes de eles acontecerem, segurança de conta na prática e comunicações seguras” são, entre outros, temas criteriosamente seleccionados pela Financial Services Volunter Corps (FSVC) para os dois dias de formação, sob facilitação do especialista em Cibersegurança Ivo Martins.
Ivo Martins alertou os jornalistas para necessidade de terem maior atenção e cuidado com os links a que acessam, porque, do seu ponto de vista, podem representar perigo e serem susceptíveis a ataques e/ou invasões de contas.
O especialista, facilitador do workshop, refere que, nos dias que correm, face à disputa geopolítica mundial, muitos Governos investem fortemente nas novas tecnologias e, com esses, os perigos as sociados.
Aos participantes, maior parte dos quais jornalistas de órgãos de comunicação privados, aconselhou se elevar o nível de desconfiança de links que, volta-e-meia, alguém proponha ao seu acesso.
Aos jornalistas recomendou se que, no que respeita às ‘passwords’ das suas contas em algumas plataformas digitais, sejam as mais longas possíveis, com pelo menos 16 caracteres, sendo que a sequência não deverá parecer tão lógica, de modo que se possa «fintar» os invasores.
Por: Constantino Eduardo, em Benguela








