O presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), Anselmo Monteiro, reiterou, esta quinta-feira, em Luanda, o compromisso com a sustentabilidade social da instituição que dirige.
O responsável, que discursava durante a abertura do Conselho Consultivo do Instituto Nacional de Segurança Social, referente ao ano de 2026, sob o lema: “Consolidação Institucional e Expansão da Protecção Social Obrigatória”, que decorre durante dois dias, fez saber que a protecção social só é duradoura quando assente em bases financeiras sólidas.
Por isso, destacou que o Instituto Nacional de Segurança Social tem investido de forma determinada na sustentabilidade do sistema. Dentre estas acções, Anselmo Monteiro apontou a regularização da dívida contributiva, garantindo que as contribuições de todos sejam efectivamente cobradas e canalizadas para o bem comum.
O PCA do INSS sublinhou, igualmente, a melhoria da governação financeira e segregação contabilística, em linha com as melhores práticas internacionais e ainda a gestão prudente dos investimentos, assegurando equilíbrio entre rentabilidade e segurança patrimonial.
“Reafirmo, com clareza, sem sustentabilidade financeira não há impacto social duradouro. Este é um princípio que orienta cada decisão do Executivo nesta matéria”, destacou.
Expansão do INSS Virtual
Por outro lado, Anselmo Monteiro deu a conhecer que o INSS Virtual expandiu-se, levando os serviços de Segurança Social à populações em zonas remotas do país, podendo hoje, com click, selecionarem a moeda do pagamento das contribuições e a declaração electrónica.
“A digitalização não é um fim em si mesmo. É um meio de garantir que nenhum angolano fique excluído por razões geográficas ou administrativas”, assegurou.
Investimento no capital humano:
O responsável revelou, também, que, em 2025, o INSS investiu em mais de 450 colaboradores capacitados nas áreas técnica, jurídica, financeira e tecnológica. Conforme explicou, o Plano 2026–2027 reforça esta aposta, tendo dito que uma administração pública competente, ética e orientada para o cidadão é condição indispensável para a confiança institucional.
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