De acordo com uma mensagem do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, o país enfrenta consequências “trágicas do ponto de vista humano e da infra-estrutura material”, com registo de mortes e cidadãos ainda desaparecidos, o que tem motivado uma corrida contra o tempo para operações de busca, resgate e assistência médica.
“As chuvas intensas que se têm abatido sobre várias regiões de Angola nos últimos dias provocaram perdas humanas, destruição de infra-estruturas e deixaram centenas de famílias em situação de vulnerabilidade, levando o Executivo a mobilizar meios de emergência para dar resposta à crise”, lê-se na nota. As precipitações intensas provocaram inundações em várias zonas habitacionais, destruição de residências e o corte de importantes vias de acesso, dificultando a circulação de pessoas e bens.
Em algumas localidades, sistemas de abastecimento de água e outros equipamentos sociais sofreram danos significativos, comprometendo o funcionamento normal das comunidades. Perante o cenário, o Chefe de Estado endereçou condolências às famílias enlutadas e manifestou solidariedade para com todos os afectados, sublinhando a necessidade de uma resposta rápida e coordenada para minimizar os impactos da calamidade.
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