Os habitantes do município de Viti Vivali, a 110 quilómetros da cidade do Lubango, capital da província da Huíla, clamam pela existência de serviços sociais básicos. Eles exigem energia eléctrica, água potável, escolas e hospitais, tendo em conta a sua nova dimensão estatutária desde que ascendeu à categoria de município
Viti Vivali é um dos mais novos municípios da província da Huíla, desmembrado do município da Cacula, do qual era comuna, no âmbito da nova Lei n.º 14/24, de 5 de Setembro de 2024, da Divisão Político-Administrativa, que elevou de 14 para 23 o número de municípios.
Um ano depois da sua elevação à categoria de município, a falta de serviços sociais básicos continua a preocupar os seus habitantes, que clamam pela intervenção das autoridades governamentais na resolução deste e de outros problemas sociais que ainda afligem a comunidade.
Além destes serviços, os moradores da sede municipal apelam ainda para a construção de mais escolas, sobretudo aquelas voltadas para o ensino técnico-profissional.
Eles querem travar o êxodo rural que tem vindo a ganhar corpo no seio da juventude local e travar o cresci mento da onda de furtos que se vêm registando nos últimos tempos.
Maria Ruth Cândido, moradora da sede municipal de Viti Vivali, disse que, por falta de uma escola do 2.º ciclo do ensino secundário, os adolescentes são obrigados a per correr longas distâncias à busca da continuidade da sua formação neste nível.
Por: João Katombela, na Huíla









