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Habitantes do Hoque expectantes pela melhoria de vida com elevação da comuna a município

A República de Angola conta a partir do dia 1.º de Janeiro com 326 municípios, com a nova Divisão Político-Administrativa (DPA).Na província da Huíla, foram acrescentados mais sete novos municípios, nomeadamente Hoque, Ngalangue, Palanca, Capelongo, Capunda Cavilongo, Viti Vaivali e Chicungo, no âmbito da Lei n.° 14/24, de 5 de Setembro

Jornal Opais por Jornal Opais
8 de Janeiro, 2025
Em Sociedade

Os moradores do novo município do Hoque, na província da Huíla, auguram que a situação social possa vir a melhorar com a elevação da então comuna do Hoque à categoria de município, sobretudo nos domínios da educação, saúde, energia, água, emprego e segurança pública.

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Apar dos aspectos já elucidados, os habitantes do agora município do Hoque, apontam igualmente uma atenção ao sector da agricultura, que constitui o forte de um dos mais novos municípios da província da Huíla, que se mostra disponível para a contribuição da diversificação das fontes de receitas para o Produto Interno Bruto (PIB) do país.

João Francisco Tchipique, fazendeiro, disse que está a trabalhar em 75 hectares de terras aráveis, mas faltam apoios para alavancar a sua actividade. Porém, acredita que, com a elevação da comuna à categoria de município, a situação pode vir a melhorar.

“Gostaríamos que o trabalho que nós temos, fosse mais desenvolvido, até agora estamos a fazer uma agricultura a remediar, nós estamos a ouvir que existem vários pacotes de financiamento para agricultura, mas os que já passaram por cá só fizeram entrevistas.

Agora que o Hoque já é município, acreditamos que as nossas preocupações vão ser ouvidas por todos, porque nós temos condições para o efeito”, perspectiva.

Entre as necessidades que marcam a vida dos habitantes do Hoque, João Francisco Tchipique, aponta o saneamento básico, vias de comunicação, bem como a segurança, iluminação pública e saúde.

Por sua vez, Simão Eugénio disse que as áreas da educação, saúde, saneamento básico são apontadas como um dos desafios para a nova configuração da localidade, com vista a melhorar a qualidade de vida dos habitantes do actual município do Hoque.

“A nossa expectativa é maior, no sentido de que queremos muita coisa a melhorar, sobretudo no âmbito social, queremos que os serviços que antigamente estavam longe de nós possam chegar até nós, mas na província da Huíla nenhum administrador destes novos municípios foi nomeado, apesar de já haver um decreto presidencial para o efeito, esperamos que o Governo Provincial se pronuncie sobre o efeito”, manifestou.

Falta de administradores municipais não condiciona trabalhos aos novos município

O Governador Provincial da Huíla, Nuno Mahapi Dala, disse no ano passado que os novos municípios da Huíla, estariam em funcionamento a partir do mês de janeiro, no entanto, até ao momento, nenhum gestor para estas novas circunscrições foi nomeado.

O Soba da sede municipal do Hoque, Namuele Caita, disse que esta indefinição pode causar alguns dissabores entre os habitantes do novo município. Apesar disso, a autoridade tradicional, afirma que tudo está acautelado para que a vida siga o curso normal naquela localidade.

“Nós, como autoridades tradicionais, podemos dizer que já era o tempo para essa elevação, porque nela nós temos muita população, que se dedica à agricultura que sustenta a província e o país.

Agora, com a sua elevação, queremos que seja nomeado um administrador, porque nós precisamos passar algumas orientações para quem vem dirigir este município, para que se alcancem os objectivos de um município de facto”, afirmou.

Potencial do mercado

Por outro lado, o soba disse que o actual município do Hoque possui o segundo maior mercado da província da Huíla, depois do Mutundo, no entanto, as receitas arrecadadas não se refletem para aquela circunscrição.

“O nosso mercado do 40 arrecada muito dinheiro, mas não se aceita que as condições sejam aquelas, sem água, sem limpeza, e quase sem fiscalização. Agora que somos município, queremos que os dinheiros que se recolhem naquele mercado reflictam para as comunidades que lá trabalham e pagam impostos”, recomendou.

 

Por: João Katombela, na Huíla

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