O governador de Benguela, Manuel Nunes júnior, entende que, alcançada a Paz, cujo acor do foi rublicado em 2002 pelas partes beligerantes, é chegado o momento de o país lutar para uma independência económica, capaz de corresponder aos anseios dos cidadãos, garantindo-lhes melhores condições de vida. O governante, que falava no acto central do dia da Paz, destaca a figura e a estratégia do saudoso Presidente José Eduardo dos Santos no alcance da Paz e Reconciliação Nacional
O governador de Benguela, presidente do acto provincial em alusão ao Dia da Paz, aproveitou a oportunidade para reiterar os projectos desenhados pelo Governo a pensar no bem-estar social e económico da população, não fosse a paz uma condição ‘sine qua non’ para o desenvolvimento de qualquer país. Lembra que os angolanos que sofreram os efeitos da guerra foram, justamente, eles que contribuíram para que esta tivesse fim.
Pela forma inteligente e estratégica como José Eduardo dos Santos conduziu o processo que levou os angolanos à paz efectiva e à reconciliação, deve ser exaltado e considera justo que se lhe tenha sido atribuído o título de “Arquitecto da Paz”.
“Devemos aproveitar esta oportunidade para reconhecer os feitos e elevado patriotismo dos angolanos, em geral, que se distinguiram das várias fases da luta pela Independência Nacional”, sublinha.
O governante declara que, com a paz efectiva, o país está em condições de implementar o seu grande objectivo estratégico, que é o alcance de uma verdadeira “independência económica”, na perspectiva de promover o bem-estar das populações, “resolvendo os seus problemas materiais e sociais”.
Na Casa do Pessoal do Porto do Lobito, palco do acto central provincial, Manuel Nunes Júnior disse que o executivo local, de que é titular do seu órgão de gestão, está empenhado na promoção de políticas que estimulam o crescimento económico, criação de emprego, melhoria dos serviços sociais, bem como o aumento da qualidade de vida dos cidadãos.
A título de exemplo, o governante dá nota da construção de novas salas de aula, de modo a reduzir o número de crianças fora do sistema de ensino e da quelas que estudam em condições precárias.
Desta feita, conforme sublinha, estão em curso acções voltadas à melhoria da qualidade de ensino. “Com o desenvolvimento de escolas de referências em algum dos nossos municípios”, aponta, ao salientar, igualmente, a construção de infra-estruturas que terão um impacto importante na vida da população.
Por: Constantino Eduardo, em Benguela








